Santos fica perto de repatriar Elano e Ricardo Oliveira

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Entre ações na Justiça e jogadores forçando a saída do clube, o Santos está muito próximo de fechar duas contratações de peso. Pelo menos no que diz respeito à carreira dos atletas. Ricardo Oliveira e Elano podem ser anunciados oficialmente a qualquer momento.

O atacante tem a situação mais perto de um acerto. Aos 34 anos, Ricardo Oliveira é aguardado para realizar exames médicos e, posteriormente, assinar contrato com o clube. O vínculo irá até o fim do Campeonato Paulista. A ideia é analisar o desempenho do veterano jogador, que atualmente está sem clube e não daria gastos ao Santos no momento do fechamento do negócio. Caso o desempenho do atleta seja satisfatório, as partes voltam a negociar uma extensão contratual. “Está 98% certo”, disse um membro da diretoria alvinegra, confiante no acordo já nesta terça-feira.

Já Elano pode ser anunciado em seguida. O Peixe vai apresentar uma proposta de contrato idêntica a de Ricardo Oliveira. O primeiro sinal do volante, que estava no Chennaiyin, da Índia, mas se desligou do clube recentemente, foi positivo e até quinta-feira a negociação deve avançar bem, provavelmente culminando em um acerto. A chance de ambos os negócios não serem concretizados é vista como irrisória na visão da cúpula santista que, apesar de tudo, prefere manter a cautela, principalmente pelo momento conturbado que o time de Vila Belmiro atravessa.

Após se destacar na emergente Super Liga Indiana, o meia Elano pode retornar à Vila Belmiro

Após se destacar na emergente Super Liga Indiana, o meia Elano pode retornar à Vila Belmiro - Credito: Divulgação/Santos FC

Ricardo Oliveira já atuou pelo Santos em 2003. Em pouco menos de um ano, o jogador, que chegou até defender a Seleção Brasileira e já atuou pelo Milan, da Itália, foi vice-campeão da Libertadores da América ao lado de Diego, Robinho e companhia. Na ocasião, o Boca Juniors, da Argentina, ficou com o título.

Enquanto isso, Elano, 33 anos, chegará para sua terceira passagem pelo clube. Ídolo da geração de 2002 e coadjuvante de luxo em 2010, quando Ganso e Neymar despontavam suas genialidades em campo, o meio-campista já levou dois Campeonatos Brasileiros e dois Paulistões com a camisa do alvinegro praiano.

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