Odair descarta time alternativo na Copa do Brasil: “Precisamos ganhar corpo”

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Após a goleada por 4 a 0 sobre a Portuguesa, neste domingo, o Santos entrou na briga por uma vaga nas quartas de final do Campeonato Paulista. Justamente por isso, há quem pense que o técnico Odair Hellmann possa poupar alguns de seus principais atletas no jogo de quinta-feira, contra o Ceilândia, pela primeira fase da Copa do Brasil. Mas, de acordo com o comandante do Peixe, isso não deve acontecer.

“Só não joga quem estiver machucado ou por estratégia de jogo. Se não, visualizamos a parte física e que estiver bem vai para o campo. Precisamos ganhar corpo, precisamos entrosar. Estreamos dois jogadores há dois jogos, Joaquim e Lucas Lima. Isso requer entrosamento”, comentou Odair Hellmann.

O treinador santista vem tendo a difícil missão de montar um time no decorrer do Campeonato Paulista. Em meio a uma dura sequência de jogos, Odair Hellmann mal vem tendo tempo para trabalhar com todos os seus jogadores e, por isso, vem sendo obrigado a usar os jogos como oportunidade para os recém-contratados se adaptarem às suas exigências e às características dos companheiros.

“Estamos construindo dentro de uma competição, o que não é o ideal. Encaixar uma equipe, consolidar uma equipe, durante uma competição, ainda mais no Campeonato Paulista, é complicado. Vamos com o que tiver de melhor para conseguir a classificação [na Copa do Brasil]”, prosseguiu.

O grande problema é que, após a partida contra o Ceilândia, o Santos terá pela frente o Corinthians, clássico que será disputado na Vila Belmiro, no próximo domingo, às 16h (de Brasília). Contra o rival, o Peixe pode acabar vendo a chance de disputar as quartas de final do Paulista ir por água abaixo. Por isso, só a vitória interessa.

“Quando estava no Inter, também demos continuidade [aos jogadores] para manter um nível de performance. Mexer toda hora também traz uma intranquilidade pro jogador. Quanto mais puder gerar entrosamento, a gente vai dar, porque isso vai gerar solidez para a equipe”, concluiu Odair Hellmann.

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