Cuca defende Diógenes e explica gestão física de Arthur no Santos: “Decidimos juntos"

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(Foto: Reinaldo Campos/ Santos)

A utilização de Arthur voltou a ser tema após a vitória do Santos por 2 a 1 sobre o Remo, neste sábado, no Mangueirão, pelo Campeonato Brasileiro. Depois de ficar fora do time titular contra o Atlético-MG, no meio de semana, o meia começou jogando diante da equipe paraense e permaneceu em campo durante praticamente toda a partida.

Após o confronto, o técnico Cuca explicou como o Santos tem administrado a condição física do jogador. Segundo o treinador, existe um diálogo diário com Arthur para definir a participação do meia nas partidas, especialmente diante da sequência de compromissos da equipe.

“A gente tem conversado com ele diariamente e decidido junto com ele as situações. Então, não sou eu que vou [decidir sozinho] se o Arthur vai jogar ou não. A gente tem conversado”, afirmou.

Cuca também foi questionado se Arthur havia pedido para não começar a partida contra o Atlético-MG. O treinador rejeitou essa interpretação e reforçou que as decisões são tomadas em conjunto.

“Não se trata de pedir. Se trata de conversar com o jogador e a gente, junto, tomar a decisão”, completou.

Cuca explica mudança no meio-campo

Além do retorno de Arthur ao time titular, Cuca promoveu a entrada de Christian Oliva no meio-campo diante do Remo. Contra o Atlético-MG, João Schmidt havia iniciado a partida. O treinador explicou que a escolha pelo brasileiro naquele confronto esteve ligada principalmente à força do adversário pelo alto.

“Quando a gente pôs o João Schmidt, que fez uma boa partida contra o Galo, foi porque o Atlético tinha uma bola parada muito forte e eu só tinha dois jogadores fortes no cabeceio. Então, quando a gente usou o João Schmidt de início, foi por isso. Hoje a gente usou o Oliva.”

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Apoio a Diógenes

Cuca ainda analisou a atuação de Diógenes. O goleiro realizou boas defesas ao longo da partida, mas falhou no lance que resultou no gol de empate do Remo. Apesar do erro, o treinador destacou as características do jogador e defendeu uma sequência para que ele ganhe ritmo.

“Ele tem que ter ritmo de jogo, uma sequência. O goleiro tem bastante astúcia, sai bem do gol, é rápido, é bom com os pés. Não foi tão bem na bola em que a gente tomou o gol, mas era uma bola que também subiu demais um pouco e foi uma fatalidade.”

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