Conselho aprova 3ª camisa e adia votação sobre novos membros do CG

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A reunião do Conselho Deliberativo do Santos, na noite desta quinta-feira, aprovou a liberação para uso dos jogadores e comercialização do novo terceiro uniforme do clube. Predominantemente cinza, a camisa gerou polêmica por ter sido confeccionada sem o consentimento da diretoria alvinegra. Após a novidade ter o lançamento travado, nesta quinta, com apenas um voto contra e uma abstenção, a nova roupa foi aprovada e pode acabar sendo utilizada pela primeira vez já neste domingo, no clássico contra o Palmeiras, no Allianz Parque.

Além disso, a reunião pretendia sancionar ou não a decisão do presidente Modesto Roma Jr em trocar membros do Comitê Gestor. Porém, a pedido de alguns conselheiros, o mandatário foi convocado para dar explicações.

Modesto exonerou José Renato Quaresma e Lourenço Lopes. Em seguida, Jorge Corrêa da Costa e Rodrigo Marino deixaram o CG em solidariedade aos demitidos. O fato escancarou o racha político na cúpula alvinegra. A gota d’água foi a reprovação do órgão sobre a contratação do técnico Oswaldo de Oliveira.

Cinza, terceira camisa do Santos poderá ser usada já no jogo contra o Palmeiras, neste domingo, no Allianz Parque

Cinza, terceira camisa do Santos poderá ser usada já no jogo contra o Palmeiras, neste domingo, no Allianz Parque - Credito: Divulgação Nike

Luiz Antonio Ruas Capella, Carlos Manoel da Silva, Antonio Carlos Cintra e Andres Rueda Garcia são os nomes sugeridos pelo próprio presidente Modesto Roma Jr.

A matéria será apreciada pelos Conselheiros e deve ser votada em nova reunião, daqui a 15 dias. Mesmo que o CD não aprove a ação do presidente do clube, os ex-membros já avisaram que não existe mais clima para permanecerem no cargo.

Além disso, o salário de R$ 85 mil, mais bonificações, de Dagoberto Santos, superintendente de esportes, mais uma vez foi questionado. Porém, veementemente defendido pelo mandatário. O gasto com o dirigente é o principal fator de muitas divergências no clube, inclusive dentro do Comitê Gestor. E também é o grande agravante no péssimo clima entre diretores, funcionários, elenco e comissão técnica junto ao homem forte do futebol santista, que também conta com o respaldo do vice César Conforti.

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