Caju recorda passado na roça e projeta longevidade no Santos

Imagem ilustrativa para a matéria
Lateral esquerdo tinha o apelido de Pelé antes de ser conhecido como Caju (foto: reprodução/TV Gazeta)
Lateral esquerdo tinha o apelido de Pelé antes de ser conhecido como Caju (foto: reprodução/TV Gazeta)

Lateral esquerdo tinha o apelido de Pelé antes de ser conhecido como Caju (foto: reprodução/TV Gazeta)

Convidado do programa Mesa Redonda, da TV Gazeta, do último domingo, o lateral esquerdo Caju falou um pouco sobre a sua trajetória até ascender ao time profissional do Santos. O jogador é baiano de Irecê e passou a infância em Altair, interior paulista.

“Saí de Irecê com cinco anos e parei no interior de São Paulo, onde os meus pais ganhavam a vida. Eles trabalhavam na safra, na colheita de laranjas”, contou Caju, que chegou a ajudar os familiares com os afazeres na roça. “Mas logo eles falaram que aquele não era o meu lugar. Vim fazer testes no Santos, e Deus me abençoou. As coisas aconteceram depressa”, recordou.

Caju não tem pressa para que novas coisas aconteçam em sua carreira. Recentemente, o lateral esquerdo rejeitou uma proposta da Udinese, da Itália, e prorrogou o seu contrato com o Santos até 31 de dezembro de 2019. A intenção dele é não sair da Vila Belmiro nos próximos anos.

“Ainda está cedo para isso. Estou com 21 anos e tenho muito a viver no Brasil. O melhor seria sair só no fim do contrato, porque já terei experiência e saberei lidar com o futebol lá fora”, comentou.

Até lá, Caju espera colocar o seu apelido na história do Santos. “Antes, eu era chamado de Pelé. Carregava uma responsabilidade grande. Convenhamos que Pelé no Santos só tem um. E Caju é mais fácil de pronunciar”, sorriu o jogador, cujo nome é Wanderson de Jesus Martins.

Conteúdo Patrocinado