Bueno lembra videogame e Oliveira minimiza golaço "É minha função"

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Dupla foi responsável por um gol com chapéu e outro por cobertura no triunfo em Capivari (Foto: Ivan Storti)
Dupla foi responsável por um gol com chapéu e outro por cobertura no triunfo em Capivari (Foto: Ivan Storti)

Dupla foi responsável por um gol com chapéu e outro por cobertura no triunfo em Capivari (Foto: Ivan Storti)

Autores de golaços na vitória do Santos por 5 a 3 sobre o Capivariano, na noite deste domingo, os atacantes Vitor Bueno e Ricardo Oliveira tiveram reações diferentes ao comentar os tentos. Enquanto o garoto de 21 anos citou sua performance no videogame para explicar o toque por cobertura, o centroavante da Seleção Brasileira preferiu não se empolgar com o chapéu no goleiro.

"Foi um lance de naturalidade. Vi o goleiro adiantado e conclui muito bem. Jogo muito videogame e me inspirei nele. Usei o "L1 quadrado"", comentou Bueno, citando um tradicional "game" de futebol. No controle, a combinação do botão "L1" com o botão "quadrado" faz com que o atleta comandado pelo usuário dê um chute por cobertura.

"A gente está em campo para ser decisivo, a função do centroavante é essa. Meus companheiros trabalham tentando fazer com uqe a bola chegue em mim. Tive a oportunidade de colaborar fazendo dois gols", analisou Oliveira, fazendo uma ressalva após o time ir para o intervalo empatando por 2 a 2. "No primeiro tempo, erramos um pouco, mas, no segundo, melhoramos e selamos a vitória. Nossa missão primordial é vencer as partidas", analisou.

O camisa 9, que comemorou 550 jogos na carreira aos 35 anos de idade, também comentou sobre sua permanência na equipe após a proposta de ir ao futebol chinês negada pelo Peixe. Para ele, a decisão que o Alvinegro Praiano tomou acabou sendo acertada no final.

"Nem nos meus melhores sonhos eu tinha imaginado isso, chegar aos 550 jogos em um time dessa grandeza. Fico grato pelo Santos, que me deu essa oportunidade novamente, de voltar a vestir essa camisa. Agradeço muito", concluiu.

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