Após perder o destaque do Campeonato Brasileiro, Renato Cajá, a Ponte Preta acertou mais uma transferência nesta sexta-feira. A bola da vez é o jovem volante Alef, que estava emprestado ao Olympique de Marseille, porém seu contrato com o clube francês acabou e a equipe não realizou a compra do jogador. Um grupo de investidores exerceu a compra do atleta e o levarão para o Braga, de Portugal.
O jogador foi adquirido por R$ 5 milhões e a Ponte Preta recebrá 55% desse valor. Sobre sua transferência, Alef aproveitou para agradecer o clube de Campinas e exaltou a torcida: “Agradeço muito à Ponte Preta por tudo que fez por mim e levarei sempre comigo essa gratidão e reconhecimento ao time e à torcida”.
Apesar de mais uma baixa, o meio-campo Felipe foi apresentado oficialmente. O jogador já poderá estrear contra o Joinville no próximo domingo e treina com o resto do grupo desde o início desta semana. Chegando para suprir o espaço deixado por Renato Cajá, o atleta reiterou que não deve haver comparações, pois cada um possui seu estilo próprio, mas, assim como o ídolo Ponte Pretano, deseja escrever história no clube.
“O Renato Cajá fez a história dele aqui, vai deixar marcado e ninguém vai apagar. Eu estou chegando para fazer parte do elenco do ser mais uma opção para poder ajudar e fazer a minha história aqui e mostrar o Felipe que quer também ser marcado na Ponte. Ele é um meia muito técnico com muita visão de jogo, mas eu também tenho facilidade de jogar pelas beiradas e posso trabalhar como segundo atacante como já fiz em outras equipes. O Cajá é mais organizador e eu sou um jogador com mais velocidade para chegar na área e arriscar mais a jogada individual carregando a bola”, declarou Felipe.
O meio-campista já havia trabalhado com o técnico da Ponte, Guto Ferreira, em sua passagem pelo Mogi Mirim, onde foram campeões do interior do Campeonato Paulista em 2012. Agora, juntos novamente, planejam fazer a Ponte reencontrar o bom futebol apresentado no início do Brasileirão.
“O Guto me conhece e sabe das minhas características, de onde eu posso atuar. Nossa passagem pelo Mogi Mirim foi muito boa e vitoriosa que ficou marcada na história do clube por ter sido campeão do interior. Durante os trabalhos ele vai poder ver onde eu me encaixo melhor. A Ponte é um time veloz com jogadores rápidos e também tem qualidade. Tenho certeza que logo vamos encaixar e voltar a fazer grandes jogos e retomar os resultados”, finalizou.
