COPA DO MUNDO 2018 RÚSSIA

Principal nome da Costa Rica para a Copa do Mundo da Rússia, Keylor Navas será adversário do Brasil logo na primeira fase do torneio. Pelo Grupo E, que também conta com Suíça e Sérvia, as seleções se enfrentam na segunda rodada, no dia 22 de junho (sexta-feira), em partida que colocará o goleiro frente e frente com velhos conhecidos: Casemiro e Marcelo, ambos companheiros de Real Madrid. O lateral esquerdo, inclusive, é considerado por ele como uma de suas principais amizades no Santiago Bernabéu.

“O Marcelo, além de ser um grande jogador, vemos o jeito de ser dele, sempre alegre, muito carismático. Desde que cheguei em Madri ele me recebeu com braços abertos, sempre apoia, o tenho sempre no meu lado esquerdo do peito, dentro e fora de campo, em todos os momentos difíceis e nos momentos que desfrutamos que as coisas saíram bem”, apontou. “Durante os jogos é um cara que, independentemente, do tipo de partida, se é um jogo tenso, se é uma disputa de título, está sempre alegre, sempre brincando. É alguém que sou muito agradecido de ter por perto como amigo”, completou.

Navas é o principal nome da Costa Rica para a Copa da Rússia (Foto: Ezequiel BECERRA/AFP)

A respeito do confronto, Navas garante que será uma disputa sadia, mesmo com o contexto de Copa do Mundo.

“No futebol, somos todos profissionais. Estamos ali para defender nossas camisas e nunca vamos desejar o mal para nenhum adversário, nem sobre lesão ou nenhum sentido. Mas vamos lutar, ele (Marcelo) quer que o Brasil ganhe, eu quero que a Costa Rica ganhe e independentemente do que aconteça eu espero que tenhamos muito mais anos de amizade”, afirmou o arqueiro.

Falando em Real Madrid, o goleiro não conseguiu fugir das perguntas a respeito do assunto que movimentou o noticiário merengue nesta quinta-feira: a saída do técnico Zinédine Zidane do comando da equipe. Para além do trabalho realizado nas últimas três temporadas, o costarriquenho fez questão de manifestar seu afeto e consideração pelo francês.

“Ele sempre foi uma pessoa muito transparente, um treinador que, independentemente do que um jogador tem que falar para a imprensa, ele nunca falaria mentiras, ou diria uma coisa e depois fizesse outra nos bastidores. É uma pessoa que não à toa se vê que todos os torcedores do Real Madrid e os jogadores gostam e têm um carinho enorme. Não tenho dúvidas de que como jogador foi um dos melhores, se não o melhor, e como treinador também. Nós tivemos o prazer de conhecê-lo e ele marcou nossas vidas com seu jeito de ser”, ressaltou.

A Costa Rica ainda fará mais dois testes antes de entrar em campo pela Copa do Mundo da Rússia. Navas e companhia enfrentarão a Irlanda do Norte neste domingo, em San José, na Costa Rica, e depois vão a Bruxelas para medirem forças com a Bélgica, no dia 11 de junho. A estreia na Copa é no dia 17, contra a Bélgica.



Horas depois do anúncio feito pelo Tribunal Federal da Suíça (TFS), de que havia conseguido o efeito suspensivo superprovisório para a Copa do Mundo, Paolo Guerrero já se juntou à seleção peruana na Áustria, onde o grupo realiza parte do período preparatório. Sua chegada, inclusive, foi comunicada pela Federação Peruana de Futebol por meio de uma de suas redes sociais.

 

Na sequência, o atacante vestiu o uniforme de concentração e posou para fotos com companheiros de time, com o técnico Ricardo Gareca e com o presidente da FPF. O camisa nove não foi incluído na lista dos 24 nomes pré-convocados ao Mundial. Porém, provavelmente faz parte da lista de 35 atletas e com certeza ganhará uma vaga entre os 23 que estarão em campo na Rússia. A relação final deve ser enviada para a Fifa até a próxima segunda-feira.

 

O Peru ainda passará por mais dois testes antes da tão esperada estreia na Copa do Mundo, torneio que a seleção não disputa há 36 anos. O primeiro amistoso é contra a Arábia Saudita, neste domingo, em St. Gallen, na Suíça. Depois, o adversário será a Suécia, no dia nove de junho, em Gotemburgo.

Na Copa, os comandados de Gareca se encontram no Grupo C, ao lado de França, Austrália e Dinamarca. A estreia será no dia 16 de junho (sábado), contra os dinamarqueses.

 



Para Xavi Hernández, Messi é “único” (Foto: MARCELO MANERA/AFP)

Ex-Barcelona e companheiro de Lionel Messi no campo, o espanhol Xavi Hernández acredita que o argentino é o melhor jogador de futebol da história. Não à toa, ele também destacou, em entrevista ao diário “La Nación”, que acredita que Messi segurará a taça da Copa do Mundo neste ano. Hernández não poupou elogios ao craque, o comparou com Maradona e Pelé e também destacou chances do Brasil no Mundial.

Atualmente jogando no Al Sadd, do Catar, Xavi acredita no bom futebol de Messi. Para ele, o número 10 não precisa faturar um título mundial para ser o melhor do planeta. “Esse cara faz tudo certo. Se você o colocar de central, ele será o melhor zagueiro central do mundo. Se ele quer tirar a bola de você, ele a rouba de você. Se ele quer te driblar, ele te dribla. Se você quiser um passe, ele te dá a melhor assistência do mundo”, ressaltou o jogador que mais representou Barça na história, com 767 jogos.

“Ele é como Maradona em seu tempo, como Pelé em seu tempo. No presente ele já é o melhor jogador de futebol da história. É um exemplo de como jogar, é escandaloso”, continuou. “O título mundial não faz falta para ele, ele é o melhor do mundo. Nunca vi ninguém igual a ele”.

Para Xavi, a Copa do Mundo será decidida pela tática, em partidas com jogadores e seleções “brutais”.Segundo ele, os grandes favoritos são Argentina, Brasil, Alemanha e, depois, Espanha. “Se houver surpresas, pode ser a Bélgica, Inglaterra, França, embora elas não sejam mais surpreendentes porque têm jogadores impressionantes”, concluiu.



Deschamps deve deixar o cargo após a Copa do Mundo (Foto: FRANCK FIFE/AFP)

Se tem alguém que pode começar a arrumar as malas após o anúncio de Zinédine Zidane nesta quinta-feira, este alguém é Didier Deschamps, técnico da França. Com a decisão de deixar o comando do Real Madrid, Zizou é cotadíssimo a assumir a Les Bleus após a Copa do Mundo. Diante da possibilidade de deixar o cargo após o torneio, o atual treinador da seleção comentou a respeito do assunto em coletiva de imprensa, admitindo que o ex-camisa 10, cedo ou tarde, acabará assumindo o posto.

“Ele tem essa liberdade para sair no topo, enquanto alguns são forçados. Eu não sei de tudo, mas posso entender sua decisão. Temos um respeito mútuo com Zizou, posso imaginar o que o levou a tomar essa decisão. De qualquer forma, ele sempre sai pela porta da frente. Sempre foi o caso e não vejo por que isso mudaria. Como treinador, ele tem uma carreira extraordinária, como quando era jogador”, apontou o Deschamps, que encara com naturalidade a possível chegada de Zidane.

Após três temporadas, Zidane optou por deixar o comando do Real (Foto: PIERRE-PHILIPPE MARCOU/AFP)

“Eu não tenho as chaves da equipe da França, isso cabe ao presidente. Além do que, não sei o que Zidane decidiu. Por enquanto, acho que ele quer aproveitar o tempo para descansar e estar com a família. Depois, como eu disse antes, ele será treinador de uma só vez. Quando, eu não posso dizer, mas faz sentido para mim. Isso vai acontecer quando acontecer”, completou.

Ídolo francês, Zizou deixou o Real Madrid após três temporadas no comando da equipe. Foram três títulos seguidos de Liga dos Campeões com ele, que ainda conquistou um Campeonato Espanhol, uma Supercopa da Espanha, uma Supercopa da Uefa e dois Mundiais de Clubes da Fifa. Ele já manifestou o interesse em se tornar técnico da Les Bleus, o que deve ocorrer independentemente da campanha de Deschamps na Rússia.

Zidane foi protagonista do título francês na Copa de 1998 (Foto: Patrick HERTZOG/AFP)

A França segue em preparação para a Copa do Mundo e, nesta sexta-feira, mede forças com a Itália em amistoso disputado no Alliaz Riviera, em Nice, a partir das 16h (no horário de Brasília). No Mundial, os franceses estão no Grupo C, com Austrália, Peru e Dinamarca.

 

 



Amrabat para no goleiro ucraniano Andriy Pyatov durante amistoso na Suíça (Foto: Fabrice Coffrini/AFP)

Senegal e Marrocos, representantes do continente africano na Copa do Mundo da Rússia, empataram seus amistosos preparativos na tarde dessa quinta-feira pelo mesmo placar: 0 a 0. Enquanto os senegalenses enfrentaram Luxemburgo na casa do adversário, os marroquinos jogaram em Genebra, na Suíça, como mandante, diante da Ucrânia.

Nos dois jogos, os técnicos aproveitaram para realizar testes. Senegal, por exemplo, executou seis substituições durante o jogo. Já Marrocos fez cinco trocas ao todo.

As duas seleções ainda têm mais dois amistosos agendados antes da estreia na Copa do Mundo. Os marroquinos vão enfrentar Eslováquia e Estônia, dias 4 e 9 de junho, respectivamente. Nos dias 8 e 11, os senegalenses desafiarão Croácia e Coreia do Sul.

Marrocos está no grupo B do Mundial, ao lado de Espanha, Portugal e Irã. A missão de Senegal tem tudo para ser um pouco mais fácil no grupo H, com Colômbia, Japão e Polônia. Tunísia, Nigéria, e *Egito também presentarão a África na Rússia.

Também nessa quinta, a Eslováquia de Hamsik ficou no 1 a 1 com a Holanda. Nemec abriu o placar para os donos da casa e Promes empatou para holandeses. Nenhuma das duas seleções conseguiu vaga para a Copa do Mundo de 2018.

*A República Árabe do Egito é um país localizado ao norte do continente africano, em uma parte que compreende a península do Sinai, que parte da Ásia.



Brasileiro naturalizado espanhol, Diego Costa disputará sua segunda Copa do Mundo neste ano pela Fúria. Em entrevista coletiva nesta quinta-feira, o atacante revelou que não se importaria em enfrentar o Brasil em uma possível final do Mundial.

“Se seria um problema jogar a final contra eles (seleção brasileira)? Assinaria agora mesmo para que isso acontecesse. Uma partida contra eles seria muito bonito. Espero que isso possa acontecer”, destacou.

Diego Costa defende o Atlético de Madrid (Foto: Reprodução/Twitter/SeFutbol)

Sobre as favoritas para levantar a taça na Rússia, Diego Costa se mostrou confiante com o time da Espanha: “Temos que ter auto confiança. Com os jogadores que temos, se estivermos embalados e com a sorte nos acompanhando… Por que não? À guerra tem que ir para ganhar. Vamos dar tudo de nós, vamos pela vitória”.

“Muitas coisas se passaram desde a Copa no Brasil. A final da Liga dos Campeões, a lesão… não cheguei ao Mundial em meu melhor momento. Tenho muito desejo (de vencer), agora que temos ouro treinador, outros jogadores. estou desfrutando. Na outra vez não estive bem, mas agora estou muito confortável”, acrescentou.

A Espanha terá logo de cara um adversário de peso. A Fúria está no Grupo B junto com Portugal – além de Marrocos e Irã. A estreia será justamente contra os portugueses, no dia 15 de junho, e Diego Costa exaltou os adversários: “Se Portugal tem a ambição de ganhar o Mundial é porque tem um jogador como Cristiano Ronaldo, capaz de fazer a diferença. Espero que contra nós ele não esteja bem”, concluiu.



Fernandinho não precisou de muito tempo para decidir qual seleção é a principal ameaça ao Brasil em busca do hexacampeonato mundial na Rússia. Após acompanhar alguns jogos da Espanha, o volante do time canarinho categorizou o time comandado pelo técnico Julen Lopetegui como um dos favoritos ao título da Copa do Mundo.

“Espanha”, respondeu Fernandinho antes mesmo de o repórter terminar sua pergunta. “A gente conversa bastante, assisti ao jogo da Espanha contra a Alemanha, realmente me impressionou a forma como eles jogam, a velocidade deles, o conceito de jogo, é muito bonito de assistir”.

A opinião de Fernandinho converge com a previsão da maioria da crítica especializada. Apesar do vexame protagonizado pela seleção espanhola na Copa do Mundo de 2014, em que foi eliminada na primeira fase, a equipe deu a volta por cima e terminou as Eliminatórias Europeias em primeiro lugar de um grupo que também contava com a Itália.

Nos últimos amistosos, a Fúria também mostrou boa desenvoltura. Contra a Alemanha, fora de casa, a equipe não se intimidou, jogou melhor que o adversário, mas saiu de campo com o empate em 1 a 1. Em seguida, a seleção espanhola encarou a Argentina e aí sim surpreendeu, aplicando uma humilhante goleada por 6 a 1 em cima dos Hermanos.

“Sem dúvida nenhuma destaco a Espanha. Claro que há outras seleções como Alemanha, França e Bélgica, mas acho que no geral a Espanha está à frente dessas outras seleções”, concluiu Fernandinho.



Xhaka é o principal nome do meio-campo suíço (Foto: Ben STANSALL/AFP)

A quinta-feira não começou bem para a seleção da Suíça, adversária do Brasil na fase de Grupos da Copa do Mundo. Em sessão de treinamentos realizada durante a manhã, um dos principais jogadores do plantel sentiu lesão no joelho esquerdo e saiu de campo às lágrimas. Trata-se do volante Granit Xhaka, titular absoluto, que defende o Arsenal-ING.

A Federação Suíça de Futebol ainda não comunicou a gravidade da contusão e qual será o período necessário para que o atleta se recupere. Ela ainda aguarda os resultados da ressonância magnética pela qual o meia passará, que deve confirmar se ele poderá ou não jogar o Mundial da Rússia.

A Suíça estreia na Copa justamente contra a Seleção Brasileira, no dia 17 de junho. As duas ainda dividem o Grupo E com Costa Rica e Sérvia.



Desde a Copa do Mundo de 2002, quando o Brasil conquistou o pentacampeonato mundial, apenas seleções europeias levantaram o troféu da maior competição do universo futebolístico. E neste ano, na Copa da Rússia, o ex-treinador canarinho, Carlos Alberto Parreira, vê apenas duas seleções capazes de “quebrar” essa sequência: Brasil e Argentina.

“Só há dois times que podem quebrar essa sequência e eles são Brasil e Argentina. As pessoas dizem que a Argentina não foi bem nas Eliminatória, mas eles tês tradição e o melhor jogador do mundo, que é o Messi. E o Brasil tem o melhor ataque do mundo com Neymar, Gabriel Jesus, (Roberto) Firmino and Douglas (Costa). Ninguém tem jogadores como esses, que podem ganhar jogos. Claro que essa não é coisa mais importante que você precisa para ganhar. Você precisa ter um time e ser equilibrado. Mas mesmo assim, eles são um grande trunfo”, pontuou em entrevista ao site da Fifa.

Parreira foi campeão da Copa de 1994 com o Brasil (Foto: Djalma Vassao/Gazeta Press)

Assim como nos últimos quatro Mundial, Parreira liderará o Technical Study Group (Grupo de estudos técnico, em tradução literal), que analisa todos os jogos ao longo da competição e atua desde 1996. O brasileiro revelou que a maior curiosidade dos membros deste grupo é qual será o estilo de jogo da equipe que levantar a taça.

“Estamos curiosos com uma coisa em particular: como os campeões de 2018 vão jogar? Por exemplo, a Itália ganhou em 2006 com 60% de seus gols saindo de bolas paradas. Não tenho dúvida que habilidade técnica fará a diferença, assim como a habilidade de jogar como um time. É isso que esperamos para o Brasil, que tem o talento individual em Neymar, Coutinho e Gabriel Jesus. Mas você não pode ignorar o aspecto coletivo e isso se aplica para todos os times”, avaliou.

Olhando para o passado, Parreira comentou sobre os aspectos mais notáveis na evolução do futebol desde a Copa do México em 1970: “Essa pergunta é muito feita e os nostálgicos dirão que o futebol era mais bonito e mais agradável de assistir, enquanto o de hoje é mais robótico e apressado. Eu não vejo desta forma. Houve uma transformação. É diferente, muito diferente. Até a Copa de 1966 na Inglaterra, você jogava e eles deixavam você jogar. O que se destacava era o talento individual. E então a grande revolução veio depois de 1966: ‘jogue e não deixe eles jogarem’. Atacantes começaram a fazer trabalhos defensivos, o espaço foi comprimido, o jogador com a bola era pressionado e tudo acelerou”, explicou.

“O que me fascina hoje é o ritmo com que se transita entre defesa e ataque. É incrível! Em 1970, os jogadores corriam entres quatro e seis quilômetros e hoje correm entre 12 e 14. Fico feliz em ver que as táticas mudaram, mas sempre diremos que a essência do jogo é o talento. Talento sempre faz a diferença. Se quiser ganhar a Copa do Mundo, sempre terá que ter dois ou três jogadores de destaque: um Neymar, um Messi, um Cristiano Ronaldo. Eles sempre farão a diferença, o que é bom para o futebol”, completou.



Fagner treinou pela primeira vez sob o comando do técnico Tite nesta quinta-feira. Embora tenha feito alguns trabalhos com bola durante o aquecimento do grupo nos últimos dias, o lateral-direito sempre vinha sendo poupado de atividades mais intensas por conta de sua lesão. Completamente recuperado, o corintiano comemorou o início de uma nova etapa com a Seleção Brasileira.

“O mais importante foi todo o trabalho de recuperação que foi feito, junto com o pessoal do clube e aqui também para que eu estivesse bem. Hoje me sinto muito bem, totalmente zerado e feliz por estar aqui, participando do grupo, de estar evoluindo a cada dia. Espero o quanto antes estar no mais alto nível possível para poder ajudar”, disse Fagner.

O lateral-direito sofreu uma lesão de grau 2 no músculo posterior da coxa direita no último dia 29 de abril, no duelo com o Atlético-MG, pelo Brasileirão. De lá para cá, Fagner trabalhou em dois períodos no Corinthians para estar apto a ser convocado e teve seu esforço recompensado ao ver seu nome na lista dos 23 selecionados pelo técnico Tite para defender o Brasil na Copa do Mundo.

Nesta quinta-feira, Fagner fez parte de um dos times formados por Tite para trabalhar os padrões táticos da equipe. O jogador treinou ao lado de Marquinhos, Geromel, Filipe Luís, Fred, Vitinho (sub-20), Taison, Brenner (sub-20), Firmino e Neymar.

“É bom você estar com bola, diferente de fazer atividade física, academia e tomar todo o cuidado para que nada de ruim acontecesse. Felicidade imensa de poder fazer o primeiro trabalho junto com o professor e de alguma forma estar junto com os companheiros. Isso é bom. Espero agora só ficar aqui junto com eles”, concluiu o corintiano.