Cansaço e expulsão são as justificativas paranistas para empate com Operário

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O Paraná Clube não conseguiu passar de um empate sem gols diante do Operário, no primeiro confronto válido pelas quartas de final do Campeonato Paranaense 2015, no Couto Pereira, mas rapidamente encontrou duas justificativas para a apresentação apagada. O meia Ricardinho admitiu que o time sentiu a vigem após encarar o Jacuipense, na Bahia, pela Copa do Brasil, e a expulsão do atacante Rossi.

“Sentimos. Entramos melhor no segundo tempo, estávamos superiores. Mas, no futebol brasileiro, a malandragem prevalece”, afirmou o jogador, lamentando o lance que gerou a expulsão do companheiro, já na segunda etapa. “O goleiro pisou em mim e o Rossi acabou falando algumas coisas para a arbitragem”, explicou.

Para o lateral Bruninho, o homem a menos em campo fez com que o time, que já estava sentindo fisicamente, tivesse que correr mais e agora projeta o segundo encontro, quarta-feira, em Ponta Grossa. “Jogo difícil e com um a menos o dificulta muito. A viagem foi desgastante, a perna estava pesada. Agora vamos procurar descansar o máximo até quarta-feira”, planejou.

Poupado no meio de semana, o capitão Lúcio Flávio falou pelo grupo sobre o cansaço, lamentou a expulsão de Rossi, mas mantém a confiança na classificação para as semifinais. “Jogamos no meio de semana, viagem longa, e fomos os primeiros a jogar. Isso atrapalhou um pouco. E no momento melhor do time no jogo, perdemos o jogador. Mas o jogo está aberto, vamos decidir na casa deles”, concluiu.

Cansaço de viagem no meio de semana e expulsão de Rossi foram justificativas para o empate com o Operário

Cansaço de viagem no meio de semana e expulsão de Rossi foram justificativas para o empate com o Operário - Credito: Divulgação/Paraná

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