Veiga prevê melhora técnica no Allianz e Scarpa quer gols no início

São Paulo , SP
13/02/2020 09:00:10

Em: Campeonato Paulista, Escolha do editor, Futebol, Palmeiras

O Palmeiras treinou no novo gramado sintético do Allianz Parque pela primeira vez na tarde desta quarta-feira. Logo após a atividade, ainda no campo, os meio-campistas Raphael Veiga, Gustavo Scarpa e Bruno Henrique falaram sobre as primeiras impressões.

“Temos que fazer valer a inexperiência dos adversários no nosso campo e procurar o resultado logo no começo do jogo, porque, no segundo tempo, geralmente a equipe acaba se adaptando. Então, devemos tirar o máximo de vantagem. O estádio lotado já ajuda e um campo extremamente qualificado ajuda mais”, disse Scarpa à TV Palmeiras.

Emprestado ao Athletico-PR durante a temporada de 2018, Raphael Veiga tem a experiência de ter jogado regularmente no gramado sintético Arena da Baixada, palco do título da Copa Sul-Americana. Entusiasmado com o novo campo do Allianz Parque, o meia espera que a mudança favoreça o Palmeiras.

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“Independentemente do momento do jogo, vai ser sempre o mesmo gramado. Não tem problema de buraco e, se chover, não muda. Acho que melhora tecnicamente a equipe e faz com que consigamos jogar melhor. Lógico que tem a questão da adaptação, mas, durante a temporada, vai ser benéfico”, disse Veiga.

O Palmeiras estreia o novo gramado às 16 horas (de Brasília) deste domingo, contra o Mirassol, pela sexta rodada do Campeonato Paulista. Em busca de uma vaga no time titular, Bruno Henrique citou deficiências do antigo campo ao analisar o novo piso.

“É muito bacana e todo mundo está contente. A gente sofria um pouco com o antigo gramado, que, às vezes, era irregular e nunca mantinha um padrão. Então, agora, vai ser muito bacana. Há um processo de adaptação ainda, mas tenho certeza que vai ser bem rápido. Esperamos muitas vitórias com o novo gramado e títulos”, projetou.




  • João Santa Rosa Neto.

    Esse Veiga nunca jogou nada além desse seu pequeno e medicre futebol,
    Quando estava no time dos Coxa, só enganava,mts vezes era substituido
    pôr não colaborar com seu ex clube em campo.No Furacão,fez alguns jogos
    Razoável sem ser o cara,não sei oque o pofexôooo,vê maravilha no ref e
    Meia boca -VEIGA – Ufaaa.

  • Chico Guru

    É, o gramado mudou, mas não a bola. Portanto, se não tratar bem a “gorduchinha”, de nada valerá a nova grama sintética. VAI GUARANI !, ops, quero dizer, VAI PALMEIRAS ! hehehe

  • carlos roberto zorer

    O time tem que se fazer como grande, partir para cima, para de ficar trocando bolas entre zagueiros e laterais, fazer os meias participarem mais, trocando rapidamente de posiçoes, a bola tem que chegar mais rapidas e precisas aos atacantes para que pelo menos chutem mais em gols pq é o que falta nao deixar o adversario pensar , encurralar eles atras de seu meio campo sem dó , jogadores brasileiros querem chegar na cara do gol para chutarem, os chutes longos as vezes fazem mais efeitos que os de perto , falta intimidaçao mostrar quem é time da casa e o grande , e outra coisa qdo se faz um nao é para recuar é para fazer, dois, tres, sem chance para o adversario se levantar é para ser nocauteado e isto nao é so para qdo se joga contra adversarios de menores expressao, isto ainda é melhor em classicos , onde os chamados cracks sentem muito mais qdo sao exigidos , presta atençao profexoooooooooo

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