O Palmeiras ainda não definiu qual será a fornecedora de material esportivo oficial do clube a partir de 2025. O acordo do Verdão com a Puma se encerra no fim deste ano, e as partes negociam uma renovação, que pode não acontecer por falta de acordo na cláusula de exclusividade presente no atual contrato.
Segundo apurou a Gazeta Esportiva, o principal empecilho nas tratativas está na divergência com relação à abertura da empresa alemã para outros parceiros no futebol brasileiro. Para deixar de ser exclusivo, o Verdão quer receber mais no próximo vínculo, questão ainda não acertada entre clube e empresa.
Uma equipe que se interessa com o fim dessa cláusula de exclusividade é o Bahia. Comandado pelo Grupo City, dono da SAF do Tricolor de Aço e que tem parceira com a fornecedora alemã através do Manchester City, o time baiano estaria entrando em um acordo com a Puma.
Outro candidato no país seria o Bragantino, uma vez que Red Bull Salzburg e RB Leipzig - clubes europeus do conglomerado da marca de energéticos - acertaram recentemente com a empresa de material esportivo.
Palmeiras negociará com a Puma até fevereiro antes de ouvir outras empresas
Dessa forma, caso Palmeiras e Puma não entrem em um consenso até fevereiro deste ano - têm tido reuniões semanais para isso -, o time alviverde começará a ouvir propostas de outras fornecedoras de material esportivo a fim de encontrar um novo parceiro.
Em coletiva de imprensa na última terça-feira (16), a presidente Leila Pereira afirmou que resolverá essa situação até a metade de 2024. Nas negociações, o Verdão pretende fechar com a empresa que oferecer a melhor qualidade de produto, alinhada a questões como distribuição, preço e imagem.
A empresa alemã é parceira do Alviverde desde 2019 e tem o carinho da torcida pela atenção dada aos uniformes da equipe paulista. Anteriormente, o Palmeiras utilizava materiais esportivos da Adidas, favorita para voltar ao clube caso a renovação com a Puma não aconteça.