Guedes relata maior liberdade com Eduardo e liderança de Melo

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Valorizado, Roger Guedes ganhou aumento salarial do Palmeiras recentemente (Foto: Cesar Greco/Divulgação)
Valorizado, Roger Guedes ganhou aumento salarial do Palmeiras recentemente (Foto: Cesar Greco/Divulgação)

Valorizado, Roger Guedes ganhou aumento salarial do Palmeiras recentemente (Foto: Cesar Greco/Divulgação)

Na reta final da pré-temporada, o Palmeiras já faz os últimos ajustes para a estreia no Campeonato Paulista. Durante os primeiros dias de convivência com o novo grupo no começo do ano, Roger Guedes sentiu a liderança do volante Felipe Melo e já percebeu diferenças entre Cuca e Eduardo Baptista.

Um dos clubes mais ativos no mercado, o Palmeiras acertou oito contratações para a temporada de 2017. São elas o zagueiro Antônio Carlos, o volante Felipe Melo, os meias Raphael Veiga, Hyoran, Michel Bastos e Alejandro Guerra e os atacantes Keno e Willian.

“O que ajuda bastante é que o grupo acolhe bem todo mundo que chega”, disse Roger Guedes, antes de falar sobre o volante. “O Felipe brinca direto, mas em campo é outro capitão. Orienta o time e a gente ouve bastante os conselhos dele”, explicou o atacante.

Contratado em abril de 2016 por indicação da comissão técnica chefiada por Cuca, Roger Guedes foi titular nos dois primeiros jogos sob o comando do técnico Eduardo Baptista. Ele segue posicionado pelo lado direito, mas agora tem responsabilidade menor na marcação.

“O Eduardo conversa bastante, assim como o Cuca. Mas, com ele, temos uma liberdade maior. O Cuca era mais rígido em alguns quesitos”, descreveu. “Na formação anterior, eu precisava voltar para marcar o lateral. Com o Eduardo, fecho por dentro. Vou conseguir chegar mais no ataque”, contou, sobre as próprias funções.

Roger Guedes e Dudu foram titulares nos empates contra Chapecoense (2 x 2) e Ponte Preta (1 x 1). O técnico Eduardo Baptista ainda não definiu o centroavante para a estreia do Palmeiras no Campeonato Paulista, marcada para as 17 horas (de Brasília) deste domingo, no Estádio Palestra Itália, contra o Botafogo-SP.

“Tem quase 10 atacantes que atuam pelas beiradas do campo e a decisão fica a critério do professor. Ele vai ter que quebrar a cabeça e cada jogador precisa dar o máximo nos treinamentos. Quem não sair jogando nesse começo deve respeitar quem joga”, declarou.

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