FPF repudia atos racistas contra segurança do Palmeiras no estádio do Mirassol

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Marcos Rocha: capitão da equipe, foi importante ao comandar a linha de defesa, que era formada por outros três jovens atletas (Benedetti, Naves e Vanderlan). (Foto: Cesar Greco/Palmeiras)

Na noite deste domingo, através de um comunicado oficial, a Federação Paulista de Futebol (FPF) repudiou os atos racistas sofridos pelo segurança do Palmeiras após a partida contra o Mirassol, no Maião, pela 12ª e última rodada da primeira fase do Paulistão, e afirmou que tomará todas as medidas cabíveis para que o responsável seja punido.

"É com revolta e profunda tristeza que recebemos a informação de que um novo caso de racismo ocorreu no futebol de São Paulo. Desta vez, direcionado a um segurança do Palmeiras, em Mirassol, no jogo entre o clube da casa e o atual tricampeão paulista", afirmou.

"A Federação Paulista de Futebol vem a público repudiar e condenar o ato praticado e acompanhará o caso, para que o autor deste crime seja identificado e responsabilizado com o maior rigor da lei, além de oferecer apoio à vítima. A FPF reforça que o Futebol Paulista é democrático e de todos. Não toleramos racismo ou qualquer tipo de preconceito", completou a entidade.


Com o triunfo, o Palmeiras chegou aos 23 pontos, assumiu a segunda colocação do Grupo D, agora atrás do líder São Bernardo apenas por critérios de desempate, e carimbou seu passaporte ao mata-mata do Estadual.

Para se classificar, a equipe comandada por Abel Ferreira também precisou contar com o tropeço da Ponte Preta, que perdeu para o RB Bragantino, permaneceu com 22 somados e caiu para a terceira posição da chave.

O Alviverde retorna aos gramados no próximo sábado, quando visita o São Bernardo, no Estádio 1º de Maio, pelas quartas de final do Campeonato Paulista. O duelo ainda não possui horário definido.

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