Na mira do Real, goleiro De Gea recebe duras críticas de ídolos do United

São Paulo, SP

28-08-2015 14:30:19

Os ex-jogadores Rio Ferdinand e Paul Scholes fizeram críticas pesadas à postura de De Gea neste início de temporada.

O interesse do Real Madrid na contratação do goleiro De Gea tem causado turbulências no vestiário do Manchester United. Ídolos do clube inglês, os ex-jogadores Rio Ferdinand e Paul Scholes fizeram críticas pesadas à postura do atleta espanhol neste início de temporada. Os veteranos acreditam que o jovem goleiro de 24 anos deveria esclarecer de uma vez as especulações divulgadas pela imprensa internacional e se concentrar na disputa dos campeonatos que os Diabos Vermelhos terão pela frente.

“Como pode perder a concentração? Essa é a questão. Este é o clube que está pagando o seu salário. E este é um clube brilhante. O United pagou um monte de dinheiro para dar a ele esta oportunidade. Se o treinador tem razão e diz que De Gea perdeu a concentração, então creio que ele está fora deste lugar”, disse Scholes, referindo-se ao fato de o treinador holandês Louis Van Gaal ter escalado o argentino Romero para atuar nesta temporada.

Ferdinand, que jogou com De Gea antes de encerrar a carreira, está preocupado com a repercussão negativa que a venda do goleiro espanhol poderia causar no Manchester United. “Se no final das contas De Gea ir embora, isto deixará a impressão para o resto dos jogadores de que eles podem sair facilmente deste clube. E não podem. Se nós queremos que ele fique, por ser um dos nossos melhores jogadores, então fique aqui e jogue sob as nossas condições”, afirmou o ex-zagueiro, segundo o jornal Marca.

Nesta quinta-feira, o jornal inglês Mirror publicou que o United resolveu baixar a pedida por De Gea para 40 milhões de euros (R$ 160,4 milhões). A diretoria tem consciência de que o jogador deixará o clube neste ano ou no próximo e, para não sair no prejuízo, deseja lucrar com o interesse do Real Madrid. Acredita-se, no entanto, que os espanhóis oferecerão no máximo 35 milhões de euros (R$ 140,3 milhões) para selar o acordo.

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