Os jogadores do Internacional deixaram o gramado do El Campín com um sentimento misto. Ao mesmo tempo em que o abatimento pelo gol sofrido nos acréscimos era visível, todos repetiram o discurso de que é possível reverter a vantagem obtida pelo Santa Fe no jogo de volta. Com o 1 a 0 conquistado nesta quarta, os colombianos, caso marquem um gol no Beira-Rio, obrigarão o Inter a fazer três.
“Foi um jogo difícil. O nosso time estava se defendendo bem, mas infelizmente sofremos um gol no final. Agora é pensar no próximo jogo, não tem nada acabado”, analisou o meia Valdívia. “Faltou finalizarmos melhor as chances de gol que tivemos. Agora é ter tranquilidade, pois não tem nada perdido”, completou.
Para o goleiro Alisson, não é hora de achar culpados pelo lance do gol colombiano: “é difícil falar sobre isso agora, com a cabeça quente. Essa cobrança tem que ser interna”, disse o arqueiro, ao canal Fox Sports. “O Santa Fe tem qualidade, nos pressionou por quase todos os 90 minutos. A gente quando teve chance não fez, e no campeonato inteiro conseguimos isso. Hoje não convertemos e pagamos. Mas com certeza é reversível. Com muito foco e o apoio da torcida, podemos nos classificar”, destacou Alisson.
Já no vestiário, o presidente Vitório Piffero confirmou que o Internacional mandará um time reserva ao Rio de Janeiro para enfrentar o Vasco, sábado, pelo Brasileirão. Caso vença o Santa Fe por dois gols de diferença e se classifique, o Colorado pegará Emelec, Tigres ou Cruzeiro nas semifinais, que ocorrerão em julho, após a Copa América.
