Nesta terça-feira, após eliminação na segunda fase da Copa do Mundo, o técnico Ronald Koeman optou por deixar o comando da seleção holandesa. A Holanda deu adeus ao Mundial nesta segunda, após empatar em 1 a 1 com o Marrocos e ser superada nos pênaltis.
"Ontem à noite tomei a decisão de encerrar minha etapa como técnico da seleção holandesa", escreveu Koeman em sua conta no Instagram.
"Todos nós sonhávamos em fazer história na Copa do Mundo. Isso não aconteceu", acrescentou.
"Ninguém está mais desapontado do que eu. Como treinador da seleção, essa responsabilidade recai sobre mim", completou.
Em sua segunda passagem pela equipe nacional, Koeman esteve em 44 jogos, venceu 24, empatou nove e perdeu 11. O treinador assumiu a seleção em dezembro de 2022, após a Copa do Catar.
Na Copa, a seleção europeia avançou em primeiro lugar do Grupo F, com sete pontos, após empatar com o Japão (2 a 2) na estreia e vencer Suécia (5 a 1) e Tunísia (3 a 1) na sequência, antes de cair no mata-mata, diante do Marrocos.
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Também nesta terça, a federação holandesa de futebol publicou em suas redes sociais uma nota a respeito da eliminação e tratando de atitudes de racismo contra atletas.
"Agradecemos aos jogadores, à comissão técnica e a todos os envolvidos pelo comprometimento durante esta Copa do Mundo. Também expressamos nossa gratidão aos torcedores, no estádio, em casa e em todos os lugares onde a Oranje foi acompanhada e apoiada. O futebol une as pessoas, independentemente de sua origem ou história.", escreveu.
"Vimos reações online nas quais jogadores estão sendo tratados de forma racista e discriminatória após a eliminação. Estabelecemos um limite claro quanto a isso. O racismo e a discriminação não têm lugar em lugar nenhum: nem no futebol, nem na internet, nem em nossa sociedade.", completou.