Futebol Internacional

Deschamps revela desejo de permanecer na seleção francesa até 2022

São Paulo , SP
20/03/2019 12:06:03

Em: França, Futebol, Futebol Francês, Notícias
Deschamps está no comando da seleção francesa desde 2012 (Foto: Paul Ellis/AFP)

A seleção francesa está concentrada em Clairefontaine, nos arredores de Paris, para iniciar sua campanha nas eliminatórias para a Eurocopa 2020. No entanto, o técnico atual campeão da Copa do Mundo Didier Deschamps deu uma pausa na correria para responder algumas perguntas, entre elas, se continuará no comando no Mundial do Catar.

“Continuar até a próxima Copa do Mundo (2022), evidentemente, não é algo que me desagradaria”, revelou o treinador à AFP na última terça-feira. Deschamps tem contrato até junho do próximo ano e ele garantiu ter uma boa relação com o presidente da Federação Francesa de Futebol, Noel Le Graet.

Porém, ele falou apenas isso sobre esse possível compromisso futuro, pois agora o foco é outro. A seleção campeã do mundo está concentrada e viaja na próxima sexta à Moldávia, antes de receber, na segunda-feira, a Islândia, no Stade de France.

Na entrevista, ele também abordou outros pontos, como a “mistura” entre jogadores que jogaram a Copa e os que não atuaram, Mbappé e Griezmann, além da liderança de Pogba no Mundial. Confira abaixo os principais trechos:

A mistura entre campeões e os “outros”

Esse não é meu raciocínio, não tenho dois grupos. Os 23 campeões do mundo e os outros. Com minha equipe, seguimos sempre com cerca de 50 jogadores. Não há gratidão nem tratamento especial. Os campeões do mundo viveram algo juntos, mas não quer dizer que eu lhes dê garantias.

Rivalidade entre Mbappé e Griezmann

Eles não viveram isso assim. Depois, que a situação  apresentada como foi dito ou escrito, vale. Mas são suficientemente inteligentes, um como o outro, e podemos associá-los a outros jogadores. Todos os jogadores são importantes por meio de um coletivo.

Liderança de Pogba

Ele faz parte dos jogadores fundamentais embora esteja na metade de sua carreira, com 26 anos. Ganhou em maturidade, ele surgiu muito cedo. Assumiu seu papel de liderança, de maneira expressiva, no grupo, porque fazia o que precisava ser feito dentro de campo. Pode ser que para vocês fosse uma surpresa, a imagem que temos de Paul não é a realidade, pode ser que ele tenha um lado um pouco excêntrico, mas sua liderança nessa Copa do Mundo foi importante.