Freytes supera má fase após buscar psicólogo e ressalta apoio no Fluminense: "Me ajudou muito"

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FOTO: LUCAS MERÇON / FLUMINENSE F.C.

"Não foi um grande problema (receber críticas). Dentro de campo o jogador não pensa, tento focar no meu trabalho. Às vezes tenho erros, às vezes tenho acertos. Mas isso não me faz mais ou menos jogador. Creio e confio que tem que trabalhar, que o mental tem que estar bem. O Millán é um exemplo, acabou de chegar ao Brasil. Tem que continuar trabalhando e querendo o melhor para o Fluminense", disse.

"O Fluminense é mais que um só jogador. Todo mundo trabalha todos os dias, todos querem ser titulares. Acho que a melhor forma é continuar trabalhando. Por mais que erre, tem que trabalhar mais. Fui criticado por isso. É bom esquecer rede social, tem muita gente que não quer o melhor. Tem que trabalhar e confiar. Fui apoiado pelo Zubeldía, pelos companheiros, pela diretoria... isso me ajudou muito. Tem que trabalhar e querer o melhor para o grupo", prosseguiu.

O argentino de 26 anos também comentou sobre a iniciativa de procurar um psicólogo para cuidar da saúde mental e lidar com o momento difícil com equilíbrio emocional.

"É difícil, são muitas coisas. Tive muito apoio na minha casa, no clube... Não é fácil para nenhum jogador ser criticado e vaiado. Creio que o mais importante é trabalhar. Trabalhei muito junto com meu psicólogo, me ajudou em muitas coisas", concluiu.

Freytes é o segundo jogador mais utilizado por Zubeldía em 2026, chegando a marca de 20 jogos, atrás apenas do goleiro Fábio e do volante Martinelli.

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