Técnico do Equador explica decisão de não convocar Sornoza e Cazares - Gazeta Esportiva
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Hernán Dario Gómez é o treinador do Equador (Foto: Marcos Pin / AFP)

Buscando seu primeiro título de Copa América, a seleção equatoriana chegou ao Brasil com um elenco repleto de jogadores que atuam no próprio continente. No futebol brasileiro, porém, apenas o zagueiro Robert Arboleda, do São Paulo, foi lembrado pelo treinador Hernán Dario Gómez.

Um dos atletas com mais assistências na temporada do Brasil, o corintiano Sornoza não foi convocado para a disputa do torneio continental, assim como Cazares, do Atlético-MG. Quando questionado sobre a opção de não chamá-los para a competição, o técnico equatoriano ficou sem jeito, elogiou a dupla e não descartou a presença de ambos em uma nova convocação.

“São jogadores muito bons. É uma pena que só podemos trazer 23 atletas. Eles jogam muito bem, assisto eles jogando muito bem. Algum dia serão convocados”, disse o comandante.

A melhor campanha do Equador na Copa América aconteceu na edição de 1993, quando, jogando em casa, chegou nas semifinais, fase em que foi derrotado pelo México. Em 2019, os equatorianos querem superar o desempenho de 26 anos atrás e chegar à inédita final.

“Nós sonhamos. Estamos trabalhando muito. Temos alguns jogadores que nunca jogaram a Copa América, mas estamos construindo um grupo para chegar o mais longe possível. Nós projetamo chegar o mais longe possível”, concluiu o treinador.

 



(Foto: SERGIO BARZAGHI / Gazeta Press)

Em busca de entender melhor como os torcedores na América do Sul vivenciam sua paixão pelo futebol, a Mastercad, patrocinador da Copa América, em parceria com a Kantar, realizou uma pesquisa abrangendo os hábitos das torcidas na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia e Peru.

Confira os principais resultados por país:

No Brasil, os chefes das empresas podem receber muitos pedidos de dispensa por conta de uma partida importante de futebol. 42% dos entrevistados no país afirmam que é provável que ignorem o trabalho ou a escola para assistir a uma partida transmitida de seu time favorito. E se não faltarem ao trabalho, 74% deles provavelmente assistirão no escritório.

Os colombianos são os mais famintos. 74% deles afirmam usar o intervalo das partidas para pegar alimentos e bebidas para o segundo tempo, enquanto os entrevistados de outros países geralmente optam por usar o banheiro. Já 66% dos entrevistados preferem assistir as partidas com amigos em vez de com familiares, ou ainda sozinhos.

Pergunte a qualquer argentino e eles dirão que se importam mais com futebol do que com qualquer outra coisa. Na verdade, 6 em cada 10 dos entrevistados do país afirmam ser “fãs” de futebol. Mesmo quando não conseguem chegar pessoalmente ao jogo, 58% dos entrevistados estarão torcendo por seu time pela tela da televisão, e 49% até gritam com o árbitro.

Não é de se surpreender que, dos países pesquisados, os chilenos foram os que formaram a audiência mais significativa da Copa América anterior (77%). Afinal, eles são os atuais bicampeões! No entanto, você terá dificuldade para tirar do sofá os fãs chilenos do futebol, já que 95% dos entrevistados afirmam que assistem o futebol em suas próprias casas.

Quando o Peru vencer uma partida importante, você definitivamente ficará sabendo. Depois do jogo, os torcedores do país tendem a conversar com seus amigos sobre as melhores jogadas (46%), se gabar da vitória nas redes sociais (39%) e alguns até mesmo compartilham um selfie comemorativo (31%).



A Copa América começa nesta sexta (Foto: Alex Ferro / COL Copa América Brasil 2019)

A Conmebol e o Comitê Organizador Local realizaram nesta quarta-feira, dia 12, no Estádio do Morumbi, um encontro com a imprensa para passar os últimos detalhes da operação e da cerimônia de abertura da Copa América, marcada para esta sexta-feira, 21h30 (de Brasília), com o jogo entre Brasil e Bolívia.

Na oportunidade, o diretor artístico Edson Edermann apresentou o conceito do evento de abertura, com a presença do e dos artistas Léo Santana e Karol G, compositores e intérpretes da música oficial “Vibra Continente”.

Hugo Figueredo enalteceu o trabalho desenvolvido pelo Comitê Organizador Local até o momento e reforçou a expectativa da maior entidade do futebol sul-americano: “A festa está pronta, temos um nível impressionante em termos de estádios e serviços. A bola está prestes a rolar e esperamos que experimentem a melhor Copa América da história, graças a uma grande implantação técnica e humana que marcará um antes e um depois na história da competição”.

Diretor de Operações do Comitê Organizador Local, Agberto Guimarães deu o tom da operação visando o início do torneio. “Estamos prontos para o início da Copa América. Pedimos que os torcedores cheguem cedo ao Estádio do Morumbi, com calma, para evitarem filas e poderem aproveitar a festa de forma completa. Abriremos os portões às 17h30, portanto, a 4 horas do início da abertura”, explicou.

Até o momento foram vendidos mais de 650 mil ingressos, para torcedores de 117 países. Os ingressos para o primeiro jogo entre Brasil e Bolívia estão esgotados. “As vendas não param e seguem aquecidas com a proximidade do início do torneio. Veremos uma linda festa nas arquibancadas”, complementou Guimarães.

Cerimônia de Abertura

Léo Santana e Karol G cantam a música tema da Copa América (Foto: Wander Roberto / COL Copa América Brasil 2019)

Sob o conceito de “Vibra o Continente”, a cerimônia de abertura terá 10 minutos de duração, a partir das 21h10 (horário de Brasília) desta sexta-feira, dia 14. Serão 400 pessoas em cena, mais de 100 músicos e tecnologia com LED e virtual. O público verá um convite do Brasil para uma grande celebração dos povos sul-americanos. Peças cenográficas em LED e tecnologia virtual foram alguns dos elementos revelados nesta quarta-feira.

“Posso dizer que será uma energia que explodirá e sairá do estádio. Vai ser incrível para quem vai assistir de casa e, mais ainda, para quem estará aqui dentro, assistindo ao vivo”, explicou Edson Edermann, diretor artístico da Cerimônia de Abertura.

Torcedor do Vitória, Léo Santana está na expectativa de cantar a música oficial “Vibra Continente” na Cerimônia de Abertura ao lado da colombiana Karol G. “Rapaz, é um frio enorme na barriga. E que bom. O dia que não sentir mais esse friozinho, essa adrenalina, é porque tem alguma coisa errada. Fiquei muito feliz quando recebi o convite para esse projeto. Foi uma alegria enorme ter gravado (o clipe oficial) no estádio mais famoso do mundo (Maracanã) e vai ser inesquecível levar essa vibração do futebol para todo o mundo”, disse o cantor baiano.

“Também estou com essa expectativa. É um orgulho representar o meu país. Estou muito emocionada de estar aqui no Brasil, além de estar vivendo toda essa experiência com o Léo Santana, que conheço já algum tempo, um grande artista. Mas o  mais importante é  que todos vivam esse momento com paixão e amor e que mostrem isso ao mundo inteiro”, disse Karol G.



Nesta quarta-feira, o governador de São Paulo, João Doria, acompanhado dos secretários Alexandre Baldy (Transportes Metropolitanos) e General João Camilo Pires de Campos (Segurança Pública), realizou o anúncio do esquema de transporte público e segurança que a capital paulista terá para os jogos da Copa América.

“É a primeira vez que São Paulo faz um programa tão amplo de segurança, envolvendo Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Polícia Científica, Guarda Civil Metropolitana, transporte urbano, da Prefeitura de São Paulo, e a linha de trilhos, com CPTM e Metrô pelo Governo do Estado de São Paulo”, afirmou o governador.

João Doria esteve presente no evento de anúncio dos esquemas de segurança e transporte (Foto: Governo do Estado de São Paulo)

Na sexta-feira, quando a Copa América terá seu início no Morumbi, a estação próxima ao estádio, operada por uma empresa privada, funcionará até 01h00 (horário de Brasília) da madrugada para sábado.

No dia, está prevista uma greve geral na cidade de São Paulo, que promete paralisar os meios de transporte (ônibus, metrô e CPTM).

“Teremos uma operação diferenciada para que haja reforço de quatro vezes do efetivo de segurança e estaremos ampliando o horário do Metrô e CPTM até 1h da manhã”, declarou Baldy.



Arthur participa de transição para poder voltar a estar à disposição (Foto:Sergio Barzaghi/Gazeta Press)

Depois de lesionar o joelho direito no amistoso contra a Honduras no último domingo, o volante Arthur não treinou nos últimos dias, porém esta quarta-feira trouxe boas notícias para Tite. O jogador foi a campo participar de um trabalho físico e mostrou evolução na recuperação.

Apesar da presença de Arthur no campo apenas três dias após o trauma, Tite não deve contar com o jogador para a partida de estreia da Copa América contra a Bolívia, na sexta-feira. Caso realmente não possa atuar como titular, Allan jogará em seu lugar.

De acordo com o médico da Seleção Brasileira, Rodrigo Lasmar, Arthur evoluiu melhor do que a projeção inicial e já participa da transição entre o trabalho de fisioterapia e as atividades com o restante do grupo de jogadores. Assim, o meio-campista do Barcelona reduz suas chances de ser cortado da competição.

“O Arthur teve um trauma importante durante o jogo na região do joelho direito e isso levou a um quadro de muita dor e limitação na função, por isso ele não treinou nos últimos dias. Ficou em tratamento, mas respondeu muito bem até agora. Hoje ele iniciou um trabalho físico, uma transição da fisioterapia para o treino normal”, analisou Lasmar.

Apesar disso, Arthur só deve ser liberado para se juntar ao restante do grupo na quinta-feira. Dessa forma, deve começar a partida contra a Bolívia no banco, podendo recuperar sua condição de titular no time de Tite ao longo da disputa da competição.

“Vai ser reavaliado amanhã pela manhã e nossa expectativa é que, se sentindo bem, faça um trabalho já com um grupo e aí nós teremos uma segurança grande para liberar o atleta”, completou o doutor.



Bolívia se prepara para a Copa América (Foto: Divulgação/FBF)

Faltando dois dias para o início da Copa América, a seleção boliviana sofreu uma baixa. Na madrugada desta quarta-feira, a Federação Boliviana de Futebol anunciou que Rodrigo Ramallo Cornejo foi cortado da equipe que disputará o torneio. Ramiro Vaca foi chamado para seu lugar.

O departamento médico, depois de realizar uma ressonância magnética, informou que o atacante sofreu uma lesão no tornozelo esquerdo. O diagnóstico confirmou que ele não pode realizar atividade física de alta intensidade.

Tendo em vista o início da competição continental, a comissão técnica decidiu substituir o jogador. A troca deveria ser feita até um dia antes da partida de estreia. Para a vaga, foi chamado Ramiro Vaca, de 19 anos, que atua no The Strongest-BOL.

A Bolívia está no Grupo A, junto com Brasil, Venezuela e Peru. O primeiro jogo da Copa América será entre a Seleção Brasileira e os bolivianos, nesta sexta-feira, às 21h30 (de Brasília), no Morumbi.



A Seleção Brasileira vai entrar em campo na sexta-feira com uma camisa predominantemente branca, com detalhes em azul, mesma cor dos calções. O uniforme foi utilizado até 1952, ano em que o amarelo virou a cor principal da equipe canarinho muito por causa do trauma vivido na Copa do Mundo de 1950, quando o Uruguai evitou o título brasileiro dentro do Maracanã.

A intenção contra a Bolívia, no estádio do Morumbi, dessa vez pela estreia na Copa América 2019 é homenagear o centenário do primeiro título conquistado pelo Brasil no torneio continental.

“Não sabia que ia jogar com ela, mas tudo que for diferente, que fizer parte da história da Seleção é um orgulho. Muita gente, pelo menos eu não vi o Brasil jogar com essa camisa. Faz parte da história”, comentou Filipe Luís, prestes a completar 34 anos e de longa carreira na Seleção.

“É para guardar, é especial. Não sabemos o dia de amanhã, se estaremos aqui, se jogaremos com ela de novo… Estar há 10 anos, ter passado tantos jogadores, técnicos, tantos estádios, o que sinto é orgulho”, completou.

Para a festa ser completa, espera-se que o Brasil não decepcione e supera os bolivianos a partir das 21h30 (horário de Brasília).

“Bolívia é uma seleção que se defende bem, com duas linhas muito juntas, vamos com certeza ter um adversário muito complicado. Sabemos que não será fácil, mas, temos de ser sólidos como fomos contra Honduras”, analisou o jogador do Atlético de Madrid-ESP, sem esconder a responsabilidade pela camisa que veste, independente da cor.

“O Brasil é favorito, porque estamos em casa, porque somos o Brasil e temos de ganhar. Todas as seleções chegam com possibilidade de ganhar, mas somos os favoritos, como Argentina, Uruguai e Chile”, concluiu.

 



O Brasil respira futebol, mas, durante a história da Copa América, deixou de participar de um número considerável de edições. De dez para ser mais exato. Existem episódios específicos que justificam a ausência brasileira, como a não participação da Seleção em partidas internacionais por conta de uma confusão na decisão do continental de 1925. Mas, no geral, a ausência do Brasil se explica pela incapacidade da CBD, atual CBF, de controlar as brigas entre as federações.

Enquanto a Seleção estava fora, a edição de 1927 contou com a maior média de gols da história da competição: 6,17 gols por partida. Não é para menos que foi neste mesmo campeonato que o Uruguai conseguiu a maior goleada de sua história: 9 a 0 contra a Bolívia. Muitos dizem que a elevada quantidade de gols se deveu à nova lei do impedimento, aprovada em 1925. Antes, eram necessários três jogadores entre o atacante e a linha de fundo para validar o lance. Essa nova regra estabeleceu o que é comum hoje: dois jogadores entre o atacante e a linha de fundo.

O Brasil também perdeu o auge da rivalidade entre os celestes e os albicelestes. Por causa de uma final polêmica na Copa do Mundo de 1930, as relações entre as seleções do Uruguai e da Argentina estavam rompidas. Depois de muitas negociações, a Federação Peruana conseguiu convencer as duas seleções a disputarem o campeonato. Isso fez com que demorasse seis anos até a realização de um novo torneio sul-americano, sendo concretizado em 1935. Com objetivo de não exacerbar a rivalidade, as equipes uruguaia e argentina decidiram trocar as cores dos uniformes. O Uruguai usou camisa vermelha e calção branco, enquanto a Argentina optou por uma camisa inteiramente branca, mantendo o calção preto.

O Chile cresceu enquanto os verde-amarelos estavam ausentes em 1955. A seleção chilena estava conseguindo se equiparar com a tradicional seleção argentina. Os chilenos conseguiram arrancar um empate do Uruguai, o qual possuía seis jogadores campeões do mundo em 1950, e ainda deu trabalho para a albiceleste na partida final. Os hermanos estavam goleando todos os confrontos, mas, na última e decisiva rodada contra os chilenos, venceram pelo placar mais magro, 1 a 0.

A última edição que o Brasil não participou, em 1967, foi, coincidentemente, a última a levar o nome de “Campeonato Sul-Americano” e a última a ser no estilo em que todos jogam contra todos. Foi também a única vez na história do torneio em que houve classificatórias para países da própria Conmebol. No caso, Chile e Colômbia disputaram uma vaga, enquanto Equador e Paraguai, outra. A sede da disputa foi o Uruguai e a seleção anfitriã foi a campeã.



Por ocasião da Copa América Brasil 2019, realizada este mês com a participação do Japão como convidado, a Japan House São Paulo e Consulado-Geral do Japão em São Paulo promovem uma série de atividades especiais relacionadas ao universo esportivo, como transmissões ao vivo dos jogos do time japonês e palestras especiais.

As ações visam ampliar o intercâmbio por meio da contribuição da área esportiva japonesa para a sociedade internacional, além da relação colaborativa de jogadores que atuaram nos dois países e o compartilhamento de experiências entre os mesmos.

Japan House transmitirá jogos da Copa América (Foto: Rogério Cassimiro)

Entre os destaques, estão as transmissões ao vivo dos jogos nos dias 17 de junho, às 20h (de Brasília), Japão x Chile; 20 de junho, às 20h (de Brasília), Japão x Uruguai; e dia 24 de junho, às 20h (de Brasília), Japão x Equador. A participação é aberta e gratuita a todos os interessados.

Nos dias dessas transmissões, a Japan House São Paulo apresentará uma mostra de camisas da seleção japonesa composta por noves modelos que acompanham a evolução do uniforme, a partir da Copa do Mundo de 2002, que teve como uma das sedes o Japão, até o modelo criado para o último Mundial de 2018.

No 17 de junho, às 17h (de Brasília) – antes da transmissão do primeiro jogo da seleção japonesa na Copa América Brasil 2019 – será realizada a palestra “Japão, Futebol e Educação” com a presença de Edmilson, ex-jogador da Seleção Brasileira. O jogador comentará sobre a importância da conexão entre futebol e educação no Japão, o panorama atual do futebol japonês, entre outros temas.

Encerrando a primeira fase do campeonato, no dia 26 de junho, às 19h (de Brasília), acontece a palestra “Os atrativos do futebol japonês e brasileiro pelos jogadores e técnico”. Mediada por César Sampaio, o painel discute novas formas de intercâmbio entre o Brasil e Japão por meio do esporte e trocas de experiências. A sessão conta também com a presença de Washington Cerqueira, Levir Culpi, Careca, Bismarck e Yasutoshi Miura.

Transmissões dos jogos da Seleção Japonesa na Copa América 2019 – Sala de Seminários – Gratuito

Dia 17 de junho, às 20h (de Brasília) – Chile
Dia 20 de junho, às 20h (de Brasília) – Uruguai
Dia 24 de junho, às 20h (de Brasília) – Equador

Palestra “Japão, Futebol e Educação”

Com Edmilson (ex-jogadores da Seleção Brasileira)
Dia 17 de junho, às 17h (de Brasília), Sala de Seminários
Participação Gratuita
Tradução simultânea português/japonês
Ingressos distribuídos uma hora antes do evento na recepção.

Palestra “Os atrativos do futebol japonês e brasileiro pelos jogadores e técnico”

Com César Sampaio, Bismarck, Careca, Washington Stecanela Cerqueira (ex-jogadores da Seleção Brasileira), Yasutoshi Miura (ex-jogador da Seleção Japonesa) e Levir Culpi (técnico)
Dia 26 de junho, às 19h, Sala de Seminários
Participação Gratuita
Tradução simultânea português/japonês
Ingressos distribuídos uma hora antes do evento na recepção.

Japan House São Paulo – Avenida Paulista, 52

Horário de funcionamento:
Terça-feira a Sábado: das 10h (de Brasília) às 20h (de Brasília)
Domingos e feriados: das 10h (de Brasília) às 18h (de Brasília)
Entrada gratuita



O Brasil vai estrear na Copa América 2019 em São Paulo, mais precisamente no estádio do Morumbi, sexta-feira, contra a Bolívia. Ainda na primeira fase, a Seleção voltará a encontrar o torcedor paulistano na terceira e última rodada do Grupo A, diante do Peru, dessa vez na Arena Corinthians, em Itaquera.

A pressão por vitórias nos dois compromissos é grande por si só, mas a fama dos torcedores locais por exigir apresentações convincentes preocupa. Os paulistanos costumam cobrar sem ponderações, e as vaias não são poupadas em caso de alguma decepção.

Apenas como caráter de exemplo, Neymar já chegou a ser bastante hostilizado e bandeiras já foram arremessadas ao campo durante um confronto com a Colômbia durante as Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2002. Em ambas as situações o palco era justamente a casa são-paulina.

“Na era da Internet, fala-se muito ‘aquela seleção isso ou aquilo’… Não tem mais, não tem mais Ronaldinho, é outro momento, vamos dar o máximo e precisamos do apoio da torcida. Todas as torcidas são diferentes, mas o importante é que eles vejam que dentro de campo estamos dando nosso melhor”, avisou Filipe Luís.

A curiosidade maior é que os paulistanos, de fato, não têm muito o que reclamar. O Brasil não perde um jogo em São Paulo desde 3 de junho de 1964. Na ocasião, caiu por 3 a 0 diante da Argentina, no estádio do Pacaembu, pela segunda rodada da Taça das Nações.

De lá para cá foram 33 jogos, 24 vitórias e nove empates. Ao todo, a Seleção Brasileira 57 partidas na cidade que sediará a abertura da Copa América 2019. O histórico geral registra 39 vitórias, 15 empates e apenas cinco derrotas. Além disso, o Brasil venceu os últimos 10 jogos que fez em São Paulo.

“É uma coisa boa. Não sabia. Esperamos que tenha cobrança, mas, ao mesmo tempo esperamos que o torcedor esteja ao nosso lado. Os meninos na frente estão atrevidos, com confiança, e o grande objetivo é que jogadores e torcida tenham uma comunhão, e sem comparações”, reforçou o lateral esquerdo, surpreso com a relação números x cobrança dos paulistanos.