COPA DO MUNDO 2018 RÚSSIA

Finalista da Copa do Mundo, a Croácia foi de time considerado franco atirador a candidato ao título com base em trunfos que destoaram em solo russo. Um desses pontos foi justamente sua dupla de meio-campistas, consistente e cérebro do time comandado por Zlatko Dalic. Juntos, Modric e Rakitic tomaram para si a responsabilidade de conduzir sua seleção a primeira decisão de Mundial e a possibilidade iminente de um título inédito.

Nesta sexta-feira, o meio-campista do Barcelona concedeu entrevista coletiva e, seguindo uma tendência das perguntas destinadas aos jogadores croatas, foi questionado sobre Luka Modric, candidato a melhor jogador da Copa. De acordo com Rakitic, as atuações do companheiro somente corroboram e validam sua possibilidade de ser o melhor jogador da competição de seleções.

Rakitic exaltou o companheiro Modric e não escondeu sonho de vencer a Copa do Mundo (Foto: Odd ANDERSEN/AFP)

“O vencedor do prêmio de melhor jogador do Mundial tem que ser de um croata, isso com certeza. E o nosso capitão é um candidato mais do que merecido. Modric merece. Estou certo de que a Fifa está atenta e vai elegê-lo. Acredito também que outros jogadores da Croácia estejam na seleção da Copa”, disse Rakitic.

Atualmente titular do Barcelona, o meio-campista comandado por Ernesto Valverde e Zlatko Dalic, em sua seleção, soma conquistas em âmbito nacional e continental, além de uma carreira de sucesso em um dos maiores clubes do mundo. Porém, admitiu que trocaria tudo e penduraria as chuteiras caso esse fosse o “preço” para ser campeão da Copa do Mundo.

“Se o preço para ser campeão domingo fosse me aposentar, eu deixaria minhas chuteiras em casa na segunda-feira. Pagaria qualquer preço para ser campeão do mundo”, ressaltou Rakitic.



Axel Witsel durante coletiva de imprensa (Foto: GIUSEPPE CACACE / AFP)

Apesar de não ter conseguido chegar em uma inédita final da Copa do Mundo, a Bélgica ainda quer fazer história no Mundial da Rússia. Para o meia Axel Witsel, é muito importante que ele e seus companheiros de equipes vençam o duelo de sábado para que a equipe saia de cabeça erguida do torneio.

“Este estádio é fantástico, a atmosfera nesta cidade é incrível, mas eu preferia não ter voltado aqui. Preferia muito mais ter derrotado a França na semifinal, estar me preparando para a grande decisão da Copa do Mundo e não o terceiro lugar em São Petersburgo. Mas já que estamos aqui, o que posso garantir a todos é que temos de terminar este Mundial em terceiro lugar, pelo nosso país e pela nossa equipe”, afirmou o meia belga.

“Será especial vencer a Inglaterra, que é de alto nível, retornar para casa e ser recebido com festa por terminarmos a Copa do Mundo em terceiro lugar. Quanto a final, provavelmente não conseguirei assistir, pois estarei viajando para casa. Não vejo um favorito na decisão, embora o meu palpite vai para a França”, finalizou Witsel.

Com 29 anos, Witsel é um dos destaques da Bélgica neste Mundial, mesmo com pouca visibilidade se comparado com outros craques do país, como Éden Hazard, do Chelsea e Kevin De Bruyne, do Manchester City. Atualmente no Tianjin Quanjian, o jogador pode receber propostas de equipes europeias devido ao bom desempenho que teve nas partidas disputadas na Rússia.

 

 



A França fará sua última partida pela Copa do Mundo da Rússia neste domingo, quando enfrentará a Croácia pela grande final do torneio. No entanto, este também promete ser o último jogo de Blaise Matuidi em Mundiais, já que, aos 31 anos, o próprio jogador da Juventus-ITA admite que as chances de estar presente no Qatar, em 2022, são pequenas, e que o momento de se aposentar da seleção nacional está cada vez mais próximo.

“Quando vejo este grupo, me dá vontade de ficar mais uns anos, porque estamos bem juntos. Mas o corpo e o coração vão dizer para parar. Eu havia dito, há algumas semanas, que é minha última Copa do Mundo. Não sei como será o amanhã, mas é preciso ser realista”, reconheceu. “Há jovens em crescimento. Chegará o momento de parar, pelo alto nível. Vou viver este momento fabuloso, e depois terei tempo de refletir. Vou tentar continuar o máximo de tempo possível, mas a próxima Copa do Mundo está distante para mim”, completou.

Matuidi tem a chance de se despedir das Copas com o título na mala (Foto: FRANCK FIFE/AFP)

Por mais que seus dias em solo russo estejam contados, o volante sabe que precisa aproveitá-los da melhor maneira possível. E não há maneira melhor de se despedir de uma Copa do Mundo do que levando a tão sonhada taça de campeão na bagagem. Trata-se de uma oportunidade praticamente única, que o atleta não quer deixar escapar de jeito nenhum.

“Esta final é um sonho de infância que realizamos. A taça está muito próxima e temos vontade de tocá-la. Tem 90, quem sabe 120 minutos. É a partida da nossa vida. Faremos de tudo para realizar este sonho que será erguer este troféu”, afirmou. “Tenho orgulho de usar essa camisa. É uma grande honra, e continuarei a dar tudo por meu país. É magnífico, e vou aproveitar ao máximo até o fim”, completou.

Matuidi já veste a camisa azul há oito anos, tendo disputado duas Eurocopas e a Copa do Mundo de 2014, no Brasil. Em seu segundo Mundial, o meio-campista garante que, na Rússia, vive seu melhor momento com a Les Bleus.

“Passamos bons momentos aqui, alguns que vocês puderam ver, outros não, e é melhor assim. Participei de quatro competições, e esta é aquela em que me senti melhor. Temos um grupo jovem, mas vivido. Há um grande ambiente. Podemos estar um pouco nostálgicos de partir. Poderia ficar meses aqui”, finalizou.

França e Croácia lutam pelo título da Copa do Mundo da Rússia a partir das 12h (no horário de Brasília) deste domingo, no Estádio Luzhniki, na capital Moscou.

 



Domagoj Vida comemora a classificação da Croácia para a final da Copa do Mundo (Foto: Alexander NEMENOV / AFP)

Um dos principais zagueiros desta Copa do Mundo, Domagoj Vida pode estar de casa nova após a disputa da grande final do Mundial entre França e Croácia. De acordo com o jornal turco Fanatik, o defensor é um dos principais alvos do Liverpool para a próxima temporada do futebol europeu, sendo que os Reds estariam dispostos a pagar 20 milhões de euros (cerca de R$ 90 milhões) para que o jogador deixe o Besiktas, seu atual clube, e assine com o time inglês.

No entanto, o clube turco busca um aumento na oferta. De acordo com o jornal, o time, que atualmente tem no seu elenco o brasileiro Vágner Love e o luso-brasileiro Pepe, quer cerca de 35 milhões (aproximadamente R$ 150 milhões). Na última temporada, a equipe turca teve um bom retrospecto na Liga dos Campeões, quando foi líder do seu grupo e caiu nas oitavas de final para o Bayern de Munique.

Caso a transição seja concretizada, Vida dará o seu maior passo na carreira após mais de 10 anos jogando profissionalmente. O defensor começou sua trajetória no Osijek, da Croácia, e, após quatro temporadas, foi para o Bayer Leverkusen.

No clube alemão foram poucas partidas jogadas (sete no total) e a falta de espaço fez com que o atleta retornasse ao seu país de origem, mas desta vez, vestindo a camisa do Dínamo Zagreb. Depois, Vida foi para a Ucrânia jogar pelo Dínamo Kiev, onde ficou de 2013 a 2018, ano em que foi para o Beskitas, da Turquia.

Além da grande chance de jogar pelo atual vice-campeão da Liga dos Campeões, Vida poderá atuar novamente com um de seus companheiros de zaga na seleção da Croácia, já que Dejan Lovren, outro destaque deste Mundial, é titular do Liverpool e está no clube inglês desde a temporada de 2014.

 

 



Para muitos, o terceiro lugar da Copa do Mundo não representa uma grande conquista ou sequer um feito a ser exaltado. Porém, esse não é o caso da seleção da Inglaterra. Considerado um franco atirador desde o início, o time comandado por Gareth Southgate superou as expectativas e, mesmo derrotado na semifinal, tentará fazer valer o prêmio que será disputado no próximo sábado, em São Petersburgo.

Em entrevista coletiva nesta sexta-feira, o treinador do English Team não deixou de lamentar a derrota da última quarta-feira e assumiu o abatimento que ronda o vestiário, mas valorizou a disputa de terceiro lugar contra a Bélgica e reiterou o comprometimento ressaltando que só irá promover mudanças em relação aos atletas que não possuem condições físicas de atuar.

Southgate exaltou a campanha de sua seleção na Copa da Rússia (Foto: GIUSEPPE CACACE/AFP)

“Vamos decidir que pode entrar. Fisicamente é importante todos estarem bem. Claro que todo mundo quer jogar, mas não é sempre uma boa decisão entrar sem a energia correta. Não vai ser o mesmo time que começou antes, mas queremos fazer o mínimo de mudanças possíveis. Uma ou duas lesões, uma ou duas necessidades. Queremos ter uma grande performance e conquistar uma medalha”, disse Southgate.

Entre as mudanças que devem ser promovidas na equipe titular estão a entrada de Alexander-Arnold na vaga de Trippier, que deixou a semifinal lesionado, e as possíveis saídas de Henderson e Walker, muito desgastados com a sequência de jogos. Para seus lugares, devem entrar Dier e Cahill, respectivamente.

Questionado sobre o potencial da seleção da Bélgica, equipe que a Inglaterra já enfrentou na fase de grupos e saiu derrotada, o comandante revelou não temer e nem ter medo. Além disso, de forma bem-humorada, admitiu ser a chance de revanche, dessa vez valendo medalha.

“Não tenho medo de nada, nem do Lobo Mau. A Bélgica ganhou de nós, então queremos devolver isso”, ressaltou. “Queremos melhorar a cada jogo. As expectativas eram baixas quando chegamos aqui, a pressão não era grande, mas elevamos as expectativas. Aumentamos a alegria dos jogadores de defender a Inglaterra. Eles têm agora uma conexão com o país, com a torcida”, afirmou Southgate.



A França não fez uma partida brilhante, mas cumpriu seu papel e, com bom desempenho defensivo, bateu a forte seleção da Bélgica na semifinal da Copa do Mundo da Rússia, na última terça-feira. Após o jogo, o goleiro Thibaut Courtois criticou o estilo de jogo adotado pelos comandados de Didier Deschamps, chegando a afirmar que os Diabos Vermelhos foram derrotados por “uma equipe pior, que não jogou nada, que só se defendeu”. Em resposta, Antoine Griezmann mostrou não se preocupar com os dizeres do arqueiro, lembrando que o mesmo é um dos que menos deveria reclamar de um futebol defensivo, dados os times que está acostumado a defender.

“Não, deixe disso, não. Courtois jogou no Atlético de Madrid, foi campeão espanhol, deixe disso. No Chelsea ele acha que joga o jogo do Barcelona? Não. Nós não nos importamos com a forma, de como ganhamos. Nós ganhamos”, apontou o atacante da Les Bleus, em tom bem-humorado. “Não dou a mínima. Eu vejo a estrela, e se a tivermos, não ligo para como conseguimos”, completou, se referindo ao título mundial.

Griezmann ironizou o fato de Courtois jogar em times com estilo parecido ao da França (Foto: Franck Fife/AFP)

Griezmann ainda comparou o futebol jogado pela França com o jogado pelo Atlético de Madrid, onde foi companheiro de Courtois antes do belga se transferir ao Chelsea. Segundo o jogador, os dois estilos tem muito em comum, muito em função do trabalho feito por Diego Simeone no time colchonero.

“Tenho a sorte de trabalhar com o melhor treinador de defesa do mundo, Simeone. Aprendo muito com ele e a França joga parecido com o Atlético. Defendemos melhor do que antes”, destacou ele, que, na seleção francesa, conta com um parceiro de ataque em um nível que não se vê no clube espanhol. “Mbappé nos faz muito bem com seu trabalho pelo lado do campo. Ele se desmarca, arranca e dá passes. Esperamos ver sua melhor versão na final”, falou.

Fazendo uma análise individual, o atacante ainda reconheceu a mudança de seu próprio estilo de jogo para ajudar a Les Bleus. Segundo ele, seu modo de pensar e de agir está totalmente voltado para a equipe, pouco importando as premiações individuais e uma auto-valorização.

“Meu jogo mudou, estou em uma função de dar o ritmo de que a equipe precisa, criar as chances fortes, segurar a bola ou acelerar. Se eu marcar gols, melhor, mas sou um jogador que pensa na equipe”, ressaltou o francês, que já foi eleito pela Fifa como terceiro melhor jogador do mundo, em 2016, atrás apenas de Cristiano Ronaldo e Lionel Messi. “Se ganharmos, com ou sem bola de ouro, não me importo nem um pouco. Quero ganhar a Copa do Mundo e farei tudo em campo para conseguir”, completou.

Na grande final da Copa do Mundo da Rússia, a França enfrenta a surpreendente Croácia em duelo marcado para as 12h (no horário de Brasília) do próximo domingo, no Estádio Luzhniki, em Moscou. Esta foi a última coletiva de imprensa concedida pelos franceses antes de deixar a cidade de Istra, onde têm se concentrado neste Mundial, rumo à capital russa.

 

 



Era Istrefi, Will Smith e Nick Jam com a taça da Copa do Mundo em coletiva de imprensa nesta sexta-feira. Eles cantam a música oficial do Mundial (Foto: Divulgação)

Quando a música de abertura de “Um Maluco no Pedaço” começa a tocar, muitos adultos lembram-se das aventuras de Will Smith na série de sucesso dos anos 90. Passados quase 30 anos, o ator e cantor esteve nesta manhã em coletiva de imprensa com mais dois cantores, a kosovar Era Istrefi e o porto-riquenho Nicky Jam, com quem canta o tema da Copa do Mundo de 2018, “Live it up”, e falou sobre diversos assuntos, entre eles Neymar e a Seleção Brasileira.

“Eu passei muito tempo no Brasil e amo a Seleção Brasileira. Eu e Neymar estivemos alguns dias na mesma cidade, nos mandamos mensagens. Ele é meu preferido. Eu tenho um espaço no meu coração para esta Seleção”, revelou Smith.

Quando perguntado sobre as encenações de Neymar e como poderia avaliá-las, já que é ator, ele foi político. “Eu estou neste negócio há muitos anos para falar sobre isso. Como ator, você às vezes precisa passar alegria. Quando você atua num palco global como este, há dias bons e dias ruins”.

Além de falar sobre o Brasil, o americano também classificou Cristiano Ronaldo como o mais “cool” da competição e se disse orgulhoso de ter participado de um evento tão grande quanto uma Copa.

“Eu amo o Cristiano. Eu amo esse cara! Nos encontramos uma vez. Ele é impecável no trato com as pessoas e tem um grande estilo”, falou sobre o português. “Isso é o maior evento de esportes do mundo. Quando Nicky (Jam) me pediu para fazer parte disto, eu nem tive que pensar. A ideia de tantas pessoas olhando para um evento se encaixa perfeitamente no que eu quero fazer no mundo. As pessoas aqui gritando, criando um ambiente de união, isso é impossível em outro contexto. Estou entusiasmado por estar aqui em um dos grandes momentos de harmonia global”, bradou.

Além de Smith, a cantora de origem albanesa Era Istrefi comentou que gostaria de ter visto Ronaldinho Gaúcho jogar para abrilhantar mais o evento (ele participou do clipe da música oficial da Copa) e que comemorou muito quando dois suíços com a mesma origem que ela marcaram gols.

Os três cantores estarão presentes na festa de encerramento da Copa do Mundo da Rússia, que antecede a partida entre França e Croácia, neste domingo, às 12h (de Brasília).



Gianni Infantino deu coletiva na manhã desta sexta-feira e classificou a Copa da Rússia como a melhor da história (Foto: Jewel Samad/AFP)

Na manhã desta sexta-feira (13), o presidente da Fifa, Gianni Infantino, apareceu na coletiva de imprensa, em Moscou, com roupa de voluntário da Copa do Mundo. Com a final se aproximando, no próximo domingo, às 12h (de Brasília), o presidente resolveu fazer um balanço da competição até agora e a classificou como a melhor em toda a história, além de fazer menção indireta aos recentes casos de corrupção que acometeram o futebol.

“Há alguns anos disse que este Mundial seria o melhor da história e hoje posso dizer que a Rússia-2018 é a melhor Copa do Mundo da história”, afirmou. “Essa Copa foi um grande sucesso porque podemos respirar e viver futebol num evento da Fifa. Não é sobre cartolas, presidente, vice-presidentes, quem fala mais alto é o futebol. Nosso trabalho é fazer com que o futebol fale, ele é o protagonista e por isso a Copa do Mundo é um sucesso”.

O que eu quero desde o começo do meu mandato é devolver o futebol para a Fifa e devolver a Fifa para o futebol. Parabéns para os 32 times que chegaram aqui e que nos fizeram sonhar!

Ele ainda trouxe números e comentou sobre o VAR, inédito em uma Copa, e o programa anti-doping. “É a melhor Copa do Mundo porque 98% dos estádios estavam ocupados, 1 milhão de turistas de fora da Rússia, mais de 3 bilhões de pessoas vendo na TV. É seis vezes o Superbowl ou coisa assim. 7 milhões de visitantes da Fan Fest. Tivemos grande sucesso com o VAR, foi muito positivo. O programa de anti-doping teve um número inédito de testes e, até agora, bato na madeira: um número zero de resultados positivos”.

Infantino também rasgou elogios à organização, ao presidente da Rússia, Vladimir Putin, aos voluntários, torcedores e jogadores. Sobre o país anfitrião, ele elogiou a recepção calorosa, ainda mais com a equipe nacional avançando até as quartas de final.

“A Rússia mudou, virou também um país do futebol, onde o futebol não é apenas onde a Copa foi organizada, mas que abraçou esse esporte. O desempenho do time da Rússia ajudou, claro, mas graças a todo o trabalho feito, infraestrutura, estádios, tudo foi eficiente, e o legado desta Copa do Mundo vai deixar a Rússia no topo do futebol mundial”, vibrou.

“A Fifa vai trabalhar com a Federação de futebol da Rússia para que o futebol continue a viver aqui”.

Além desses temas, Infantino fez um balanço geral e minucioso sobre o Mundial, comentou sobre Catar 2022, sobre o novo formato da competição, sobre a grande final entre Croácia e França, sobre os direitos humanos na Rússia (mas se esquivando de uma resposta mais política-crítica), sobre os meninos tailandeses resgatados e, claro, Neymar.