Futebol/Corinthians

Pedrinho vê salto em lance polêmico “para se proteger” e mira sequência

São Paulo , SP
07/05/2018 12:50:26

Em: Brasileiro Série A, Corinthians, Futebol

A sequência de jogos e o desgaste de alguns dos principais jogadores do elenco do Corinthians obrigou Fábio Carille a entrar com um time alternativo na partida com o Ceará, no último domingo. O empate na Arena de Itaquera, porém, proporcionou algo que o torcedor alvinegro pede faz tempo: Pedrinho entre os titulares.

Pela primeira vez na temporada, o jovem foi escalado entre os 11 iniciais e permaneceu até os 34 minutos do segundo tempo, quando foi substituído por Emerson Sheik. Além de um desempenho convincente, a cria das categorias de base do Timão esteve envolvido no lance mais polêmico do jogo, quando o árbitro não viu o toque dentro da área no pé do atacante, que pediu pênalti.

Fora do calor da partida, Pedrinho comentou novamente o lance e revelou que foi tocado pelo jogador do Ceará. Porém, admitiu que a forma como caiu pode ter induzido o árbitro a pensar em alguma simulação. A justificativa do jovem foi a “proteção”.

“Acabei levando o pisão, mas na hora fiquei na dúvida se havia sido dentro ou fora da área. Depois, vi que foi dentro e pênalti claro. Além do cartão injusto que recebei.”, disse o jogador corintiano em entrevista a ESPN. “O pulo a mais que eu dei para me preservar, não me machucar, acho que acabou dando outra visão para o árbitro, que estava próximo do lance. Acho que o pulo atrapalhou, mas não foi por mal, apenas para me proteger”, completou.

Após o primeiro jogo como titular da temporada, o jogador do “Terrão” mira uma sequência também para aprimorar sua parte física, um dos motivos levantados por Carille para justificar sua entrada no decorrer das partidas. “A gente treina intensamente, mas o treino é diferente do jogo. A não ser o jogo do Sport, no ano passado, fazia um ano e alguns meses que não jogava de titular”, analisou.

“Venho conversando com o Clayson, porque ano passado ele passava por isso que estou passando, de cansar. Ele pegou ritmo jogando. Quanto mais tempo, mais a gente pega caixa e experiência para saber a hora certa de acelerar ou parar o jogo”, finalizou.

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