Pedido por Carille, Régis fala sobre "pressão" de ser o meia de confiança do chefe

Tomás Rosolino - São Paulo,SP

07/03/19 | 15:20

Meia recebeu a camisa do Corinthians das mãos de Sheik e Vilson (Foto: Tomás Rosolino/Gazeta Press)

O meia Régis, 12º reforço do Corinthians para a temporada, foi apresentado oficialmente na tarde desta quinta-feira, no CT Joaquim Grava. Contratado a pedido do técnico Fábio Carille, que fez questão de esclarecer o tema após a vitória contra o Botafogo-SP, há duas semanas, o armador reconheceu que a preferência do treinador facilitou a sua chegada. Não quer, porém, que isso se torne uma pressão a mais sobre o seu futebol.

"Sim, quando você é contratado pelo treinador, ele sabe do seu potencial. Eu acredito no meu potencial, sei o que posso produzir para a equipe. Mas não pode ser uma pressão, vou procurar melhorar sempre para dar a resposta dentro do campo", disse o atleta, revelado pelo São Paulo e com passagem pelo Palmeiras, que foi sucinto ao tratar do tema dos rivais. "Vestir a camisa do Corinthians é diferente", resumiu.

O canhoto, porém, ainda é uma incógnita quando se pensa a respeito da sua utilização na sequência da temporada. Fora da lista de inscritos para o Campeonato Paulista pelo menos na fase de grupos, ele não atua em um jogo oficial desde o dia 25 de agosto do ano passado, quando enfrentou o Santos pelo Bahia.

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"Já havia esse desejo de estar trabalhando com o professor. No ano passado conseguimos nos transferir para o Al-Wehda, fiquei só treinando. Como eu não poderia jogar, o professor me chamou para conversar, sentou comigo e eu não tive dúvida em vir vestir essa grande camisa", explicou, contando como fez para não ficar tão fora de forma.

"Cheguei na Arábia em setembro, nesse tempo eu só treinei e joguei amistosos. Peguei um personal, um fisioterapeuta, para não ficar parado, 100% parado. Trabalhando forte", observou Régis, confiante que as performances por Chapecoense, Sport e Bahia foram os grandes motivos para Carille apostar no seu futebol.

Já integrado ao elenco, ele espera ser regularizado na Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para poder entrar em campo, por exemplo, na Copa do Brasil, competição na qual o Timão está na terceira fase. Seu contrato é válido apenas até dezembro, emprestado pelo Bahia.

 

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