Gazeta Esportiva

Jadson admite influência de Tite, mas diz não ter vaga cativa

Marcos Guedes - São Paulo,SP

26/02/15 | 18:55

Jadson ouviu bastante gente para fazer sua escolha em relação à proposta milionária que tinha do futebol chinês. Uma delas foi o técnico do Corinthians, Tite, que acabou tendo grande influência na decisão do meio-campista de permanecer no clube do Parque São Jorge apesar da pressão contrária de seus empresários.

Jadson ouviu bastante gente para fazer sua escolha em relação à proposta milionária que tinha do futebol chinês. Uma delas foi o técnico do Corinthians, Tite, que acabou tendo grande influência na decisão do meio-campista de permanecer no clube do Parque São Jorge apesar da pressão contrária de seus empresários.

“Ele conversou comigo, depois mandou uma mensagem. Que, fosse qual fosse a decisão, desejaria muita sorte e luz no meu caminho. Mas disse que gostaria de contar comigo pela qualidade técnica, pelo meu jeito de trabalhar. Ele me deixou tranquilo para decidir. Como é um cara muito honesto, pesou para eu ficar”, afirmou.

O atleta de 31 anos só não recebeu do chefe, que chamou de “ótima pessoa”, a promessa de que permaneceria entre os titulares do Corinthians. Ele tem consciência do risco envolvido em descartar a oferta do Jiangsu Sainty, que desembolsaria 5 milhões de euros (R$ 16,1 milhões) pela contratação.

Os números da China acabaram não sendo suficientes:
Os números da China acabaram não sendo suficientes: "Dinheiro é bom, mas não é tudo na vida" - Credito: Djalma Vassão/Gazeta Press
“Eu ter ficado não quer dizer que eu seja titular absoluto. O Tite deixou claro que todos têm sua função, sua importância. Vou continuar trabalhando firme para ganhar cada vez mais a confiança dele, a da diretoria e a da torcida do Corinthians”, comentou o meio-campista.

Jadson recordou que não começou a temporada entre os 11. Quando o elenco se apresentou para a preparação, foi Nicolás Lodeiro quem começou no time de cima. A oportunidade só surgiu depois que o uruguaio – muito mal em suas chances – pediu para ir embora.

“Nunca fui de ficar de biquinho. Fiquei trabalhando, esperando minha hora”, comentou o camisa 10, que promete não se acomodar com o patamar alcançado neste início de ano. “Todo jogador aqui tem que jogar em alto nível todos os jogos. Pensei nisso, sei do risco, mas estou focado e quero ser campeão aqui.”

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