Apresentado nesta segunda-feira como o primeiro reforço do Corinthians para 2026, Gabriel Paulista reencontrou um velho conhecido no CT Dr. Joaquim Grava: Memphis Depay. Os dois jogaram juntos pelo Atlético de Madrid, da Espanha.
A passagem do defensor pelo clube espanhol foi curta. Ele foi contratado no início de 2024 e deixou o time em junho, tendo disputado apenas cinco partidas.
No entanto, neste período, Gabriel Paulista conheceu Memphis. O holandês viria a acertar com o Timão pouco depois, em setembro de 2024.
"O grupo é incrível, não tenho o que falar. Já joguei com o Memphis no Atlético de Madrid. Ele ficou feliz, me conhece bastante", disse o atleta em sua primeira coletiva de imprensa como jogador do Corinthians.
Devidamente apresentado à Fiel Torcida! 🤝🖤
Bem-vindo ao bando de loucos, Gabriel Paulista. #BemVindoGabrielPaulista#VaiCorinthians pic.twitter.com/wIcVkTtKBq
— Corinthians (@Corinthians) January 12, 2026
Papo com o holandês
Gabriel revelou uma conversa com o holandês antes do acerto com o Timão se concretizar. Ele disse que o atacante o incentivou ainda mais a fechar com o clube e rasgou elogios ao companheiros. Agora, o defensor quer conquistar títulos com o novo/velho colega de elenco.
"Foi uma passagem rápida com o Memphis. Ele sempre mostrou muita qualidade com a bola, brinco que ele jogou futsal. É um jogador top mundial. Tive uma conversa com ele e outros jogadores. Ele me falou que o grupo precisava de mim, precisava de um jogador com experiência na Europa", disse o zagueiro.
"Ele tem me ajudado, hoje estamos juntos novamente. Ganhar títulos com essa camisa é especial, ele já se sente torcedor. Estou do lado dele e espero fazer história", finalizou.
De volta ao Brasil
O defensor retorna ao Brasil após 12 anos pelo futebol europeu. Neste período, defendeu Villarreal, Arsenal, Valencia, Atlético de Madrid e Besiktas. Ele falou sobre a volta ao país natal e já está ansioso para entrar em campo com a camisa do Corinthians com apoio da Fiel.
"Foram 12 anos na Europa. O futebol mudou muito, você precisa se preparar melhor. Os atletas têm treinado em casa. No início, a gente não se preparava tanto. Hoje a gente percebe que é necessário. O futebol é mais dinâmico. Antigamente na Europa se falava muito do jogador brasileiro, mas hoje se fala mais sobre o futebol brasileiro. A chegada dos treinadores estrangeiros modificou bastante, os campos estão melhores também", comentou.
"Eu tive o lado como torcedor, já era uma emoção gigantesca. A ansiedade aumenta cada vez mais. Estou louco para estrear, estar ali com o torcedor. Essa torcida canta do aquecimento até o final do jogo, é diferente, não tem igual", finalizou.