Apostas Agenda
Imagem ilustrativa para a matéria
Balbuena e Romero marcaram os gols da vitória sobre a Ponte, na quarta (foto: Daniel Augusto Jr./Ag. Corinthians)

Balbuena agradece a Romero por rápida adaptação no Corinthians

Redação  foto de perfil
Da Redação 31/03/2016 às 18:15
São Paulo, SP
Balbuena e Romero marcaram os gols da vitória sobre a Ponte, na quarta (foto: Daniel Augusto Jr./Ag. Corinthians)

Balbuena e Romero marcaram os gols da vitória sobre a Ponte, na quarta (foto: Daniel Augusto Jr./Ag. Corinthians)

Bem em seu início no Corinthians, Balbuena deu parte do crédito a Romero. Elogiado por suas primeiras partidas em preto e branco, o zagueiro paraguaio disse que sua adaptação ao novo clube e à cidade de São Paulo está sendo facilitada pelo atacante compatriota.

“Tenho que agradecer a esse cara”, sorriu o beque, que concedeu entrevista ao lado do amigo. “Desde que cheguei, ele está me ajudando, passando dicas de como é o CT, como são os treinos, como é a cidade também. A gente sai do treino e fica fazendo coisas juntos, com a família.”

“Como sou novo aqui, estou conhecendo ainda. E sempre vou ser agradecido a ele. São pequenos detalhes que estão me ajudando muito para eu me adaptar e me sentir bem aqui no Brasil. É muito mais fácil do que chegar sozinho, sem saber nada. Estou muitos passos à frente e estarei sempre agradecido”, acrescentou Balbuena.

Romero não teve essa facilidade. O atacante chegou ao Corinthians em 2014 e mostrou bastante timidez. O idioma foi uma das dificuldades para o paraguaio de Fernando de la Mora. Outra desvantagem em relação a Balbuena, que é de Ciudad del Este, na fronteira com o Brasil, e entende bem o português.

“O começo foi difícil para mim, né? Eu não entendia nada. Mas já faz dois anos que estou aqui, tenho que aprender. Já deveria ter aprendido. De qualquer maneira, a cada dia estou aprendendo com os caras aí. Só não falo o que eles falam para mim, porque vocês sabem o que ensinam, né?”, sorriu o camisa 11.

Obscenidades em bom português à parte, Romero vem fazendo uma temporada satisfatória. São sete gols anotados por um jogador que já está à vontade para brincar com os companheiros e encerrar a entrevista tripudiando o recém-chegado colega paraguaio: “Fala muito, né?”.

Conteúdo Patrocinado