Futebol

Ansioso por Libertadores pelo Timão, Cristian promete manter estilo duro

Marcos Guedes - São Paulo, SP - Brasil
06/01/2015 09:18:00

Em: Corinthians, Futebol, Libertadores

Cristian teve participação importante na conquista da Copa do Brasil de 2009, mas não ficou para disputar a Copa Libertadores de 2010. De volta ao Corinthians após mais de cinco anos, ele se mostrou ansioso para disputar uma competição que, julga ele, tem a sua cara.

“Vai ser fantástico. Disputar uma Libertadores com a camisa do Corinthians não tem preço. Sempre tive essa vontade. Quando iria disputar, fui embora. Tive oportunidade de disputar pelo Flamengo, mas, com a camisa do Corinthians, vai ser diferente. Tem toda a atmosfera, o estádio novo… Vou me preparar”, afirmou o volante.

Aos 31 anos, o jogador jura ter mantido o estilo que o fez ídolo da Fiel. “Não vou mudar o meu jeito de ser. A gente pode maneirar, porque pode machucar um companheiro em uma dividida, mas vou chegar forte, duro, porque é meu estilo e não posso mudar.”

A posição também não mudou. Cabeça de área em sua primeira passagem pela agremiação do Parque São Jorge, Cristian chegou a atuar mais adiantado no Fenerbahçe. Ele está disposto a jogar onde Tite achar mais interessante, mas não tem dúvida sobre o local em que rende melhor.

“Sou volante. Deixo claro que sou volante. Eu joguei um pouquinho mais adiantado lá porque o Alex saiu e a gente teve que se virar nos 30”, comentou. “Não tem como mudar muito, não, minhas características são as mesmas. Só mais experiente, mais maduro.”

Cristian voltou ao Corinthians cabeludo e com muito mais tatuagens (foto: Daniel Augusto Jr.)
Cristian voltou ao Corinthians cabeludo e com muito mais tatuagens (foto: Daniel Augusto Jr.) – Credito: Divulgação/Agência Corinthians
O que mudou mesmo de 2009 para cá foi o visual de Cristian. O jogador deixou o Corinthians com poucas tatuagens e hoje não consegue contar os desenhos em seu corpo. Ele saiu careca e voltou cabeludo, mas o velho estilo poderá voltar se a temperatura brasileira o obrigar.

“Quando eu estava aqui, tinha duas ou três tatuagens, se não me engano. Lá na Turquia, fechei o corpo todo. São muitas, não dá para contar. O visual do cabelo era mais pelo frio. Era muito frio, complicado. Com o calor daqui, a gente corta o cabelo daqui a pouco”, sorriu o volante.