Provocados por 7 a 1, brasileiros valorizam calma em triunfo suado

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Em sua primeira partida oficial desde o fracasso na última Copa do Mundo, a Seleção Brasileira sofreu com provocações no Chile. Maioria no estádio Germán Becker, os torcedores peruanos gritavam “siete a uno”, em espanhol, referência óbvia à derrota verde-amarela para a Alemanha, na semifinal do Mundial.

Boa parte do contingente que torcia contra o Brasil era feito pelos anfitriões chilenos, que entoaram repetidamente o nome de seu país. Eles chegaram a gritar “olé” em passes da formação peruana, mas acabaram se calando com a vitória por 2 a 1 dos comandados de Dunga, definida nos acréscimos.

Os jogadores procuraram não dar bola para as provocações e colocaram a calma como fator decisivo para o resultado em Temuco. Manter o equilíbrio foi necessário com o gol sofrido logo aos dois minutos do primeiro tempo, em falha de David Luiz e Jefferson.

“Tivemos tranquilidade e maturidade. Mesmo no momento em que o resultado não estava nos favorecendo, a gente soube ter calma para criar oportunidades, tentando concretizar os gols. Acabamos conseguindo no final. Foi apertado, mas foi bom”, disse David Luiz.

Peruanos e chilenos provocaram o Brasil pela histórica derrota por 7 a 1 para a Alemanha

Peruanos e chilenos provocaram o Brasil pela histórica derrota por 7 a 1 para a Alemanha - Credito: AFP

As provocações provavelmente serão repetidas na próxima quarta-feira, no segundo compromisso da Seleção Brasileira na Copa América. Em Santiago, a formação verde-amarela vai encarar a desesperada Colômbia – derrotada pela Venezuela na estreia – para encaminhar sua classificação às quartas de final.

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