CBF faz balanço do primeiro ano da atual gestão e apresenta planejamento até 2030

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Foto: Samara Moumei / CBF

A CBF reuniu nesta terça-feira vice-presidentes, diretores e presidentes de federações estaduais para apresentar um balanço do primeiro ano da atual gestão e detalhar os planos para os próximos ciclos das Seleções Brasileiras entre 2027 e 2030.

Entre os avanços citados estão a reforma do calendário, a criação de grupos de trabalho para fair play financeiro, arbitragem e categorias de base, a retomada do diálogo institucional com clubes e federações, títulos nas categorias de base do futebol feminino e a proximidade da estreia do Brasil na Copa do Mundo Feminina.

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O presidente da CBF, Samir Xaud, reconheceu a frustração com o resultado da Seleção Masculina no Mundial, mas destacou a continuidade do trabalho de base e o foco agora voltado à Copa do Mundo Feminina e ao novo ciclo rumo a 2030.

“Claro que esperávamos um resultado mais positivo (na Copa do Mundo), mas é importante mostrar tudo o que está acontecendo: o trabalho que vem sendo realizado na base, com integração entre as categorias, tanto no masculino como no feminino. Então, o trabalho não para, é contínuo. Viramos uma página e agora voltamos o foco para o Mundial Feminino, além do ciclo para 2030”, disse.

O coordenador executivo das Seleções Masculinas, Rodrigo Caetano, apresentou os 13 meses de preparação sob o comando de Carlo Ancelotti e a integração entre base e equipe principal, já que 23 dos 26 convocados para o Mundial passaram por seleções de base. As metas para o novo ciclo são a Copa América de 2028 e a classificação nas Eliminatórias para 2030.

Já o técnico Arthur Elias detalhou o planejamento da Seleção Feminina para a Copa do Mundo de 2027, no Brasil, incluindo quatro Datas FIFA entre outubro de 2026 e abril de 2027, amistoso contra o Japão ainda este ano, período de preparação na Granja Comary em junho de 2027 e estreia prevista para 24 de junho.

O diretor Netto Góes apresentou a nova Diretoria de Arbitragem, estruturada em quatro pilares: governança, transparência, tecnologia e formação. Ele também anunciou Sandro Meira Ricci como novo presidente da Comissão de Arbitragem.

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