Convocado pela primeira vez sob o comando de Dunga para o amistoso contra a Áustria, em novembro passado, o goleiro Neto, que defende a Fiorentina desde 2011, admite que deixou uma boa impressão para a comissão técnica canarinho apesar do pouco tempo de convívio na nova fase da Seleção.
Em entrevista ao SporTV nesta terça, o jogador, que estava na lista de suplentes para a Copa América e foi integrado ao grupo principal após o corte de Diego Alves, limitado por lesão no joelho, acredita que teve seu trabalho reconhecido. “O que me motiva é poder treinar. Acho que ele (Dunga) acabou me chamando pelo que eu mostrei na última vez que fui convocado. Meu objetivo é trabalhar forte para mostrar minha capacidade. Apesar do pouco tempo, deixei uma boa impressão”, falou.
Tendo que encarar a concorrência de Jefferson, do Botafogo, e Marcelo Grohe, do Grêmio, Neto insiste que apenas o trabalho poderá provar seu valor. “Meu objetivo é sempre estar atuando em alto nível, fazendo sempre o meu melhor e demonstrando tudo o que sei. A decisão sobre a titularidade fica para a comissão técnica, para o treinador, o que eu tenho que fazer é trabalhar”, reforçou.
Goleiro Neto aponta que trabalho é o caminho para mostrar valor na Seleção durante Copa América - Credito: Divulgação
Único goleiro, entre os três convocados, a atuar na Europa, Neto teve a oportunidade de jogar com muitos atletas sul-americanos que estarão na Copa América por suas respectivas seleções, como o argentino Carlos Tevez, o chileno Arturo Vidal e o colombiano Juan Cuadrado. De acordo com suas projeções, a Copa América terá um alto nível de disputa.
“A Copa América vai ser muito disputada, todas as seleções tem jogadores de qualidade. O Chile está muito forte, o Uruguai, a Argentina e a Colômbia também. A competitividade do torneio vai ser muito alta, e a disputa; muito difícil”, disse Neto, que foi convocado pela primeira vez em 2010, ainda sob o comando de Mano Menezes, escolhido para dirigir a Seleção após a primeira passagem de Dunga.