Botafogo adota vários patrocínios para equilibrar "cofre combalido"

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O Botafogo tem sido mais assunto no Campeonato Carioca por sua camisa polêmica do que pela vice-liderança. O loteamento do manto alvinegro divide opiniões entre os que prezam pela tradição e os que visam melhorar a situação financeira do Glorioso a qualquer custo. O diretor comercial do clube, Klay Salgado, obviamente faz parte do segundo grupo.

“Tenho certeza que os torcedores estão satisfeito porque entrou uma quantia significativa nos cofres combalidos do futebol do Botafogo”, entende o dirigente ao Sportv.

“Todos os clubes vendem as mesmas propriedade que o Botafogo vendeu neste patrocínio pontual. Ou seja, o patrocínio na frente da camisa, nas omoplatas, nas mangas, nas costas e na barra da camisa. Essas são as propriedades que os clubes normalmente negociam”, argumenta Klay Salgado, não vendo anomalias nos acordos de publicidade.

“O Botafogo não fez nada diferente que isso, vendeu as mesmas propriedades que (no ano passado) eram vendidas para um só anunciante”, relembra, referindo-se à marca de bebidas energéticas que monopolizava a camisa do Glorioso em 2014.

'Loteamento' da camisa botafoguense incomoda parte da torcida, mas deve ser mantido (Foto: Vitor Silva/SSPress)

'Loteamento' da camisa botafoguense incomoda parte da torcida, mas deve ser mantido (Foto: Vitor Silva/SSPress) - Credito: Divulgação/Botafogo F. R.

Venda de camisas - Parte da discussão pela quantidade de marcas na camisa avança até a comercialização do uniforme. Mas o diretor comercial do Fogão garante que os torcedores não são obrigados a estampar a publicidade nas camisas que comprarem. “As camisas são vendidas com adesivos do patrocinador dentro da embalagem. Então a decisão é do torcedor. Se ele quiser usar a camisa limpa, pode usar sem problema”, explica Klay Salgado.

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