Treinador da Bolívia recebe embaixador e revela plano para jogo com Brasil - Gazeta Esportiva
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Embaixador boliviano foi visitar o técnico da seleção (Foto: Divulgação)

Neste domingo, Eduardo Villegas recebeu a visita do embaixador, Jorge Ledesma, e de alguns bolivianos que residem no Brasil. A poucos dias da estreia na Copa América, o treinador destacou a presença de torcedores no país e espera que isso possa fazer a diferença.

“É motivador, emocionante, ficamos agradavelmente surpresos por ter autoridades aqui e que nos trazem a mensagem dos bolivianos que estão no Brasil. Sabemos que haverá muitos bolivianos no estádio e estamos agradecidos por esta visita”, disse Villegas.

Eduardo Villegas revela privilégio em enfrentar a Seleção Brasileira (Foto: Divulgação)

A Bolívia vai enfrentar a Seleção Brasileira na estreia da competição. Para o duelo do dia 14, no Morumbi, às 21h30 (de Brasília), o comandante espera muita garra de seus jogadores. Para ele, esta é a chance para conseguir pontuar.

“É um privilégio enfrentar o Brasil, o mesmo que tivemos contra a França, queremos fazer bem. Sabemos que estamos um pouco abaixo do resto, mas sabemos que isso pode ser nivelado, é uma questão de atitude, de garra e é isso que estamos pregando e incutindo”, revelou.

No último teste antes do torneio continental, neste domingo, a seleção boliviana fez um jogo treino contra o sub-20 do São Paulo, em Cotia. O time de Eduardo Villegas levou e melhor e venceu por 4 a 1. Os gols foram marcados por Marcelo Moreno, Marvin Bejarano, Gilbert Alvarez e Paul Arano.



José Pedro Fuenzalida e Pedro Pablo Hernández foram os jogadores responsáveis por dar a primeira entrevista coletiva da seleção chilena no Brasil, nesta segunda-feira. Em Itu se preparando para a Copa América, eles falaram sobre a responsabilidade de defender o título da competição.

“É um título que devemos defender e o faremos da melhor maneira”, revelou Fuenzalida. “Nós focamos claramente nos três primeiros jogos. Espero que estejamos a altura de uma equipe que defende a Copa América”, falou.

Fuenzalida espera Chile forte para defender o título (Foto: Carlos Parra/ANFP)

O meia da Universidad Católica ainda enfatizou a importância do tempo de treinamento em Itu antes do início da competição. Pablo Hernández, por sua vez, falou sobre a importância de ter um jogador como Alexis Sánchez no elenco. Para ele, ter um atleta dessa categoria é melhor para todos.

“Ele é importante para a seleção. Ter um jogador dessa categoria, que está bem, é o melhor para todos. Ele se sente melhor a cada vez e esperamos que ele esteja bem para o início da Copa”, destacou o meia.

Pablo Hernández revela dificuldade da partida de estreia contra o Japão (Foto: Carlos Parra/ANFP)

O adversário na estreia da seleção chinela será o Japão. Sobre o confronto do dia 17 de junho, no Morumbi, às 20h (de Brasília), o jogador do Independente revelou que estão acompanhando vídeos do adversário.

“É um time difícil, estivemos vendo algumas partidas que jogaram. Vai depender muito do que fizermos. É um rival físico e rápido, mas acredito que com a posse de bola podemos complicá-los”, antecipou.




Arthur não apareceu no gramado do Pacaembu nessa segunda-feira. A pancada no joelho direito que tirou o jogador do amistoso contra Honduras começa a preocupar mais do que se imaginava.

Nessa segunda-feira, a CBF informou que o volante terá de passar por exames de imagem. Resta aguardar o diagnóstico do médico Rodrigo Lasmar.

Arthur deve ser titular, se tiver condições de jogo (Foto:Sergio Barzaghi/Gazeta Press)

Assim que terminou o confronto no Sul, o técnico Tite chegou a tranquilizar ao dizer que Arthur estava bem e que não havia passado de uma pancada.

Um carrinho do hondurenho Quioto ainda no primeiro tempo foi a causa de todo o problema. Em um cenário mais grave, Tite tem até 24 horas antes da estreia na Copa América contra a Bolívia, agendada para às 21h30 de sexta-feira, para solicitar à Conmebol a substituição de um convocado por meio de comprovação do exame médico.

Em tese, Arthur deve ser titular da Seleção Brasileira. Seu reserva imediato é Allan, jogador do Napoli.

O Brasil já perdeu Neymar para a competição depois do camisa 10 sofrer um entorse no tornozelo direito durante amistoso contra o Catar, quarta-feira passada. Willian foi chamado para o lugar do atacante do PSG.

 



A Seleção Brasileira agora trabalha com o foco 100% voltado para a Copa América. Já não há amistosos ou qualquer tipo de teste a se fazer. Sexta-feira, às 21h30 (horário de Brasília), contra a Bolívia, no estádio do Morumbi, o time canarinho estreia na competição continental.

Na tarde dessa segunda, parte do grupo treinou no estádio do Pacaembu. Daniel Alves, Thiago Silva, Marquinhos, Filipe Luis, Casemiro, Arthur, Allan, Fernandinho, David Neres, Gabriel Jesus, Richarlison, Coutinho e Militão ficaram no hotel para uma atividade regenerativa.

Miranda, Fagner, Alex Sandro, Paquetá, Firmino, Éverton e Willian, além dos três goleiros: Alisson, Ederson e Cássio, foram ao gramado paulistano. Desse grupo, a tendência é que apenas Alisson e Firmino sejam titulares frente aos bolivianos.

O treino foi integralmente aberto à imprensa, mas não contou com grandes novidades. Tite observou atentamente, e de perto, as movimentações de Fagner e Willian. O primeiro está recém-recuperado de uma lesão na coxa esquerda, enquanto o meia foi o último a se apresentar devido ao corte de Neymar.

O Corinthians emprestou seis de seus garotos do Sub-20 para auxiliar Tite. Os laterais-direitos Daniel Marcos e Igor; os laterais-esquerdos Caetano e Lucas Piton; o zagueiro Ronald; e o volante Du.

Na parte final, e mais importante, Lucas Paquetá, Willian, Everton Cebolinha e Roberto Firmino foram exigidos próximo à área de ataque. O quarteto era cobrado a pressionar a saída de bola da defesa rival e, quando tinha a bola, a rodar até encontrar o espaço para finalização. Everton e Willian se destacaram com belos gols.

Na sequência, Fagner e Alex Sandro foram inseridos ao quarteto para participar da movimentação.

Para fechar a segunda-feira da Seleção, um treino de finalização e trabalhos à parte, específicos, para Fagner e Willian. A dupla ficou em campo mais do que qualquer outro companheiro, com trabalhos direcionados pelo preparador físico Fábio Mahseredjian.

Nessa terça, de novo à tarde e no Pacaembu, um treino com apenas o aquecimento liberado à imprensa está programado, além de uma entrevista coletiva.



Di María afirmou que não havia união entre grupos de jogadores e comissão técnica (Foto: Juan Mabromata/AFP)

Um dos principais jogadores da seleção argentina, Di María comentou em entrevista ao jornal Olé sobre o período no qual Sampaoli comandou a equipe albiceleste. O meia afirmou que o ambiente entre jogadores e comissão técnica na preparação para a Copa do Mundo foi tumultuado, indicando ainda que não havia união entre as duas partes.

“Antes da Rússia, era tudo uma bomba-relógio, parecia que a qualquer momento explodia algo e isso também era difícil de lidar. Agora é diferente”, disparou o jogador.

“Aprendemos muitas coisas. Uma é que a comissão técnica e os jogadores têm de ser uma só pessoa, todos têm de estar unidos. Isso é o principal para alcançar o objetivo. Isso foi vivido com Sabella e com Martino. Ali eramos um grupo unido, não havia problemas com ninguém. Não entre os jogadores. Isso é fundamental”, completou.

Sampaoli comandou a Argentina em 15 partidas, sendo quatro delas na Copa do Mundo. Foram sete vitórias, quatro empates e quatro derrotas nesse período. No Mundial, a seleção caiu nas oitavas de final para a França, depois de perder por 4 a 3.

“Na verdade, é difícil dizer algo desse Mundial. Houve muitos problemas antes do começo. Foi confuso desde o primeiro momento, desde a chegada do Sampaoli. No começo parecia que a coisa ia bem, mas logo terminou como tinha que terminar”, finalizou Di María.

Sampaoli foi demitido após a Copa do Mundo e, em seu lugar, Lionel Scaloni foi escolhido para comandar a Argentina. O substituto era auxiliar do atual treinador do Santos e tem boa relação com Messi e com o restante do elenco. Depois de uma renovação na lista de convocados, a equipe albiceleste chega na Copa América com a expectativa de brigar pelo título. O time estreia no sábado, contra a Colômbia, às 19h, no estádio Fonte Nova.



Dupla é esperança de gols da Argentina na Copa América (Foto: Juan Mabromata/AFP)

Depois de colecionar vice-campeonatos na Copa do Mundo e na Copa América, além de ter decepcionado no Mundial da Rússia, a Argentina chega ao Brasil com muitas incertezas. No entanto, na visão de Di Maria, a equipe pode sim se provar a melhor do continente.

De acordo com o jogador do Paris Saint-Germain, os hermanos têm uma peça fundamental que lhes creditam como favoritos ao título da Copa América: Lionel Messi.

“Somos a Argentina e temos Messi, é difícil não sermos favoritos”, disse, em declarações ao jornal argentino Olé.

No entanto, Di Maria relembrou também o retrospecto recente de decepções por parte da albiceleste para pedir dedicação da equipe na competição.

“Mas já sabemos que só por sermos a Argentina não vamos ganhar nada. Hoje em dia, as seleções estão muito equilibradas. Se você não der a vida em campo, fica difícil. Para conquistarmos este título teremos de dar mais do que 100%”, completou.

A Argentina faz sua estreia na Copa América do Brasil no próximo sábado, às 19h (horário de Brasília), diante da Colômbia, na Arena Fonte Nova, em Salvador.



Depois de vencer Honduras por 7 a 0, no Beira-Rio, em Porto Alegre, no último amistoso antes da estreia na Copa América, a Seleção Brasileira seguiu para São Paulo e desembarcou na capital paulista na madrugada desta segunda-feira.

O elenco comandado pelo técnico Tite chegou ao hotel onde ficará hospedado, na região do Ibirapuera, por volta de 00h30 (horário de Brasília), e foi recebido por um grupo bem reduzido de torcedores.

Agora, a equipe segue a reta final de preparação. Nesta segunda, terça e quarta-feira, o grupo realiza treinamento no Estádio do Pacaembu, e na quinta-feira, a atividade será no Morumbi, palco da estreia na Copa América, marcada para sexta-feira, 21h30 (horário de Brasília), diante da Bolívia.

Depois de encarar a seleção boliviana, o Brasil segue para Salvador, onde enfrenta a Venezuela na terça-feira, 18/06, às 21h30. Na sequência, volta para São Paulo e encerra a primeira fase diante do Peru, no sábado, 22/06, às 16h na Arena Corinthians.

 




A goleada sobre Honduras, aplicada na tarde de domingo, marcou a volta do zagueiro Thiago Silva. Inativo desde abril, o jogador do Paris Saint-Germain (PSG) celebrou o retorno bem-sucedido pela Seleção Brasileira e, na ausência de Neymar, classificou Philippe Coutinho como referência.

Thiago Silva sofreu lesão no menisco do joelho direito no último dia 14 de abril, data em que o PSG venceu o Lille por 5 a 1, pelo Campeonato Francês. O experiente zagueiro passou por cirurgia para sanar a contusão e foi tratado como dúvida para a Copa América.

“Eu me senti muito bem. Desde já, agradeço publicamente à comissão técnica pela confiança, principalmente ao Tite”, afirmou. “Fico feliz por voltar aos gramados, reencontrar meus companheiros e não sentir nada no joelho, o que era uma preocupação”, declarou.

Devidamente testado, Thiago Silva não terá na Copa América a companhia de Neymar, cortado por lesão e substituído por Willian. Sem o principal astro, o zagueiro de 34 anos de idade, um dos principais líderes do elenco, aposta no sucesso de Philippe Coutinho.

“O Couto teve uma temporada difícil no Barcelona. Foi cobrado e vaiado muitas vezes, mas, dentro da Seleção, é nossa referência, principalmente sem o Neymar. O Couto chama a responsabilidade. Nos dois amistosos, foi o melhor em campo”, disse Thiago Silva, sobre os jogos contra Catar e Honduras.

Em sua estreia na Copa América, o time dirigido por Tite enfrenta a Bolívia às 21h30 (de Brasília) de sexta-feira, no Estádio do Morumbi. Integrante do Grupo A do torneio, a Seleção Brasileira completa sua participação na primeira fase contra Peru e Venezuela.