Precisamos brigar por todos os campeonatos, afirma Guto Ferreira

São Paulo, SP

25-01-2017 13:54:24

Um dia antes de enfrentar o Fortaleza pela Primeira Liga na estreia oficial da temporada, o treinador Guto Ferreira concedeu entrevista coletiva e destacou que o Bahia tem que entrar forte para competir em todos os campeonatos que irá disputar, reforçando que o grupo precisa ser forte.

“A força total vai ser em cima dos jogos do Bahia e dentro da situação dos jogos nós vamos administrando cada momento, momentos que envolvam treinamentos porque precisamos jogar os jogadores com um nível maior, com melhorias físicas, técnicas, táticas e de estrutura de equipe. Precisamos competir para conseguir os resultados e brigar em todos os campeonatos, independentemente de ser o Baiano, a Copa do Brasil ou a Copa do Nordeste”, afirmou o técnico do Esquadrão de Aço. “Temos que competir de uma maneira forte. Independentemente de quem for vestir a camisa do Bahia, se está ali dentro é porque tem condição e, se tem com condição, tem que fazer o melhor”.

“O importante é o Bahia forte independentemente de quem vai começar. O clube está tentando fazer um grupo forte, porque uma equipe forte ganha o jogo, mas um grupo forte tem condições de ganhar campeonatos”, disse ele. “O Bahia não vai dar show em todo o jogo. O importante é passar as etapas para, na reta final dos campeonatos, estar forte, bem e essa situação que você criou fazer com que a equipe possa disputar e vencer as competições”.

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Além disso, o comandante do Tricolor Baiano falou sobre a lesão do atacante Edigar Junio e comentou sobre o que ele espera para a estreia da temporada.

“Tudo vai depender e passar pelo resultado. A medida que o grupo se encaixa e produz dentro de campo, começa a mostrar uma força de suprir essa necessidade, aí você vai adiando até encontrar a peça ideal. Em momento nenhum o clube parou de procurar essa peça ideal e buscar uma solução para essa situação, porque não é a contusão do Edigar que faz com que o clube procure, essa peça já estava em pauta dentro do planejamento”, afirmou Guto. “Então em algum momento o clube buscaria fazer. Pode acelerar o processo e até fazer que, por alguma necessidade, você tome algum tipo de decisão mais rápida ou trabalhe de uma maneira mais branda. Se a gente já tivesse a convicção, já teríamos feito (a contratação). Não encontramos ainda o custo benefício ideal e a peça ideal para o projeto”.

“Eu espero ver uma equipe compactada, que tenha um bom toque de bola – o que é nossa característica –, com entrega. Acho que algumas individualidades ainda não vão estar afloradas, principalmente aspectos físicos. Tivemos dois 45 minutos (primeiros tempos dos jogos na Copa Flórida) com ritmo extremamente intenso, mas não tivemos o segundo tempo após esses 45 minutos para saber se, após essa sequência intensa, houve uma queda acelerada ou não. O segundo tempo passa sim como uma situação de descobrir como eles estarão. . . como vamos encarar uma situação de marcação, enfrentar tal situação de ataque, como a gente vai se portar em termos defensivos”.

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