Victor avalia retorno e diz: “É uma derrota que tem que doer muito”

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Goleiro pede que derrota, contudo, não gere instabilidade no elenco (Bruno Cantini/CAM)
Goleiro pede que derrota, contudo, não gere instabilidade no elenco (Bruno Cantini/CAM)

Goleiro pede que derrota, contudo, não gere instabilidade no elenco (Bruno Cantini/CAM)

De volta aos gramados antes do previsto, após se submeter a uma cirurgia no joelho direito em meados de março, o goleiro Victor não teve o retorno esperado à equipe atleticana neste domingo. Novamente titular da meta alvinegra após se ausentar dos últimos cinco jogos do time, o arqueiro acabou sendo vazado quatro vezes na derrota por 4 a 2 do Galo para o Tricordiano, no estádio Independência.

Ao analisar o surpreendente resultado, o camisa 1 atleticano destacou o peso da derrota e reconheceu o segundo tempo muito ruim do Atlético-MG. Para Victor, o revés dentro de casa “tem que doer”, porém não pode gerar instabilidade no elenco alvinegro, tendo em vista o duelo decisivo da próxima quinta-feira, contra o Melgar, pela Copa Libertadores.

“Nosso segundo tempo foi irreconhecível. A gente não voltou bem, tomamos dois gols logo no início. Isto levou a uma certa instabilidade na nossa equipe. Criamos chances, o Marcão (goleiro adversário) fez boas defesas, mas é uma derrota que tem que doer muito na gente para quinta-feira conseguirmos confirmar nossa classificação na Libertadores”, avaliou.

“A gente não pode deixar esta derrota gerar instabilidade no nosso grupo. Foi uma derrota doída. O adversário teve seus méritos, mas nós também não fizemos uma partida boa, principalmente no segundo tempo. Então, vamos analisar nossos erros, crescer com eles, mas não podemos achar que está tudo errado. Foi uma derrota doída, mas que não vai tirar nosso foco dos objetivos que teremos neste primeiro semestre”, completou.

Recuperado de cirurgia, goleiro voltar a atuar após cinco jogo de ausência (Bruno Cantini/CAM)

Recuperado de cirurgia, goleiro voltar a atuar após cinco jogo de ausência (Bruno Cantini/CAM)

Satisfação pelo retorno – Apesar da derrota, Victor não deixou de comemorar o seu retorno aos gramados. Com poucas lesões na carreira, o goleiro comentou sobre o seu período de recuperação no clube e destacou o trabalho dos profissionais do departamento médico, que possibilitaram uma reabilitação mais rápida que o previsto.

“Difícil, né? A gente não está acostumado. Fazia cinco anos que não tinha uma lesão que me afastasse dos gramados. Claro que é complicado, mas acho que tem que enaltecer o trabalho da equipe médica, dos fisioterapeutas que estiveram me atendendo, fazendo o trabalho para eu voltar até mesmo antes do previsto. Fico feliz por voltar e, agora, é me preparar para ajudar o Galo nas fases finais das competições que estamos disputando”, comentou.

Ainda buscando o melhor ritmo de jogo, o goleiro ainda foi perguntado se o período fora dos campos teria influenciado no terceiro gol do Tricordiano, quando Victor foi encoberto por um "cruzamento espírita" do lateral da equipe adversária..

“A bola caiu no ângulo, nas minhas costas. Não sei se eu estivesse jogando, se eu não tomaria. Ele foi feliz. A bola veio forte, caiu nas minhas costas. Acontece. A gente não pode tirar o mérito do jogador do Tricordiano”, analisou.

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