A vitória do Atlético-MG sobre a Caldense por 2 a 1, neste domingo, rendeu o 43º título da competição ao Galo. A equipe vinha empatando com a Veterana por 0 a 0, num resultado que favorecia a rival, e teve todo o cenário do jogo modificado com a entrada de Giovanni, Thiago Ribeiro e Jô. O técnico Levir Culpi, que queria fazer algo ‘diferente’ atribuiu a inspiração para as substituições ao ET de Varginha.
“Acho que foi o ET de Varginha. Olhei para o banco na hora, buscando fazer alguma coisa diferente. Se bem que a gente já tinha testado essas opções, com a colocação do Jô. Eu sinto que era aquilo. Fomos felizes”, brincou o treinador do Galo.
“Eu não tinha certeza. Foi a primeira vez que o Giovanni entrou no time. Também foi a primeira vez do Jô e o Thiago é a segunda ou terceira. Resolvi tirar o Douglas, substituição que não costumo a fazer, mas arrisquei tudo. São situações que não tem receita, tem momento”, disse Levir. “Agradeço aos deuses do futebol por me iluminarem”, acrescentou.
Técnico disse ter arriscado nas subsituições, mesmo já tendo trabalhado com determinada formação nos treinos - Credito: Divulgação/Bruno Cantini/Atlético-MG
Levir também ressaltou a importância de ter passado pelo Cruzeiro na semifinal da competição, além da vitória diante da Caldense, equipe que teve a maior defesa do estadual, com mais de 800 minutos sem sofrer um gol.
“O grande mérito do nosso time foi derrotar o maior rival, que é o Cruzeiro, e vencer na última partida a Caldense. É um título legítimo, que quero comemorar muito. Eu sei o valor da derrota”, afirmou.
Aproveitando a comemoração do título do Atlético, o ex-presidente alvinegro, Alexandre Kalil, escreveu em sua conta no twitter que as conquistas já viraram rotina dentro do clube. “Taça pra dentro: virou velho hábito”, declarou.