Insatisfeita com o empate diante do Santos nesta quarta-feira, a torcida do Atlético-MG vaiou o time após a partida no Independência, entendendo que a equipe poderia ter obtido um resultado melhor dentro de casa. O meia-atacante Guilherme avaliou que a as vaias não são justificadas porque o placar não pode ser considerado um desastre, apesar de reconhecer que o time pode melhorar.
“Eu que estou no dia a dia não vejo motivo para isso tudo. Torcedor tem o direito e temos que fazer o nosso trabalho da mesma forma. Campeonato Brasileiro oscila muito e não vejo motivo para essa revolta toda.Todos se conhecem bem. Talvez o momento não seja favorável. Temos que vencer os jogos, principalmente em casa. Talvez tenha equilíbrio, conversar mais. Nem tudo é desastre”, declarou.
Guilherme (E) entrou no segundo tempo do jogo diante do Santos - Credito: Divulgação/Bruno Cantini/Atlético-MG
Guilherme entende que os adversários do Atlético tendem a atuar de forma cautelosa no Independência, postura que tem dificultado o Galo, que tem que encontrar um maneira de jogar contra equipes que atuam de forma muito fechada no Horto. O jogador ainda comentou sobre a marcação individual que tem recebido nos jogos.
“Há uma mobilização em torno de mim. Todo mundo está sujeito a boas marcações, times fechados. Futebol não muda muito. É entender o jogo e vencer”, disse Guilherme, que foi acionado por Levir Culpi no segundo tempo do duelo contra o Peixe.
Com o empate, o Galo pulou para a quinta colocação no Brasileirão, com 11 pontos e um jogo a mais que as demais equipes, que completam a rodada neste final de semana. O time de Levir Culpi só volta a campo no outro sábado (20) para medir forças contra o Flamengo no Maracanã.