Além dos problemas de distribuição e não repasse de verbas, a parceria da Dryworld ganhou um novo capítulo ruim. Na tarde dessa terça-feira, oficiais de justiça foram até a loja do Galo, na região centro-sul de Belo Horizonte, e recolheram todas as camisas 3 da agremiação com a acusação de pirataria.
Camisas 3 do Atlético-MG foram recolhidas das lojas por acusações de pirataria (Foto: Bruno Cantini/Atlético MG)
A denúncia partiu da Rocamp, empresa responsável por produzir as peças da Dry no Brasil. No entanto, a Tecnotêxtil, que se tornou parceira do clube, produziu as camisas, algo não permitido em contrato por causa da exclusividade. Segundo o proprietário da Rocamp, Edson Campagnolo, foi observado, inclusive, a marca e o CNPJ, o que configuraria crime de estelionato.
Apesar disso, o Atlético-MG confirmou, em contato com a reportagem, que todo problema não afeta em nada o clube e as fábricas terão que se entender. O clube, porém, pode ir a justiça para atender aos interesses dos lojistas que comercializaram os produtos.