Se, nesse domingo, durante a vitória do Galo, por 5 a 1, sobre o Boa Esporte, no Independência, o atacante Robinho se viu limitado à condição de mero torcedor, na próxima quarta-feira, às 21h45 (de Brasília), contra o Independiente del Valle, do Equador, o “rei das pedaladas” voltará a cumprir o seu papel habitual dentro de campo, naquela que será a estreia do jogador com a camisa atleticana.
Diante do debute do camisa 7, já confirmado pelo técnico Diego Aguirre para a partida desta quarta, pela segunda rodada da Libertadores, ainda resta a dúvida se Robinho será ou não titular diante dos equatorianos, no Horto. Apesar de toda a expectativa gerada acerca do craque atleticano, o técnico uruguaio faz mistério e procura tirar um pouco dos holofotes sobre a estreia do atacante.
“Estamos todos com muita expectativa, assim como vocês, a torcida, os próprios jogadores por tudo que ele significa, por seu nome, por sua qualidade. Mas também não podemos colocar sobre Robinho a responsabilidade para quarta-feira. Vamos devagar, ele vai ajudar muito, mas o importante na quarta-feira é ganhar o jogo, e não se Robinho jogará ou não”, colocou Diego Aguirre.
“Ainda não tenho definido qual vai ser o time titular, estou decidido quanto a alguns jogadores, mas tenho algumas dúvidas. Existe a possibilidade de Cazares estar (disponível ou não. Tem a possibilidade de Robinho começar ou não. Mas ainda não está definido”, completou.
Ainda sem os seus onze titulares definidos para a quarta-feira, o técnico atleticano apenas antecipou que o atacante Luan está entre os atletas que começarão o jogo da próxima quarta-feira. Ainda sem saber se atuará ao lado de Robinho na quarta, o “menino maluquinho do Galo”, autor de gols neste domingo, se empolgou ao comentar sobre uma possível parceria com Robinho, a quem considera um ídolo.
“É um cara brincalhão, um cara feliz, alto astral. Já chegou falando que o filho dele é muito meu fã. Acabei dando um livro para ele de presente, para o Róbson. Fico muito feliz, Robinho é um ídolo. Não só meu, mas lá em Alagoas alguns amigos o acompanhavam antigamente no Santos. Uns me chamavam de Diego, por ser um meia, e o Robinho era um amigo. Engraçado como hoje o Robinho está do nosso lado, então imagina como está o coração dele”, ressaltou.

