A crise do Atlético Paranaense parece não ter fim. A derrota para o Londrina por 1 a 0, no Estádio do Café, levou o time para o Torneio da Morte do Campeonato Paranaense, disputado com Rio Branco, Nacional e Prudentópolis, por duas vagas para seguir na primeira divisão em 2016, algo impensável ao se comparar a estrutura do Furacão com os outro times que seguiram na competição. O técnico Enderson Moreira, no entanto, defendeu seu grupo e prometeu reação e, sobretudo, forças para não sentir a pressão do torcedor.
“São atletas profissionais e sérios. Estamos sentido esse momento, mas não podemos baixar a cabeça”, ponderou o comandante rubro-negro, que agora quer deixar de lado a má campanha no Estadual e focar na permanência na primeira divisão com dignidade. “Vamos focar em cima daquilo que nos é possível, para fazer bem esse quadrangular, com qualidade e escapar de todos os riscos”, acrescentou.
Antes, a chave vira para a Copa do Brasil, competição pela qual o Furacão tem seu primeiro desafio na quinta-feira, diante do Remo, em Belém-PA. Enderson espera conseguir recolher os cacos para montar um time competitivo e motivado para começar uma nova história. “Temos um jogo difícil contra o Remo e precisamos encontrar forças para passar por essas dificuldades. O Atlético tem que estar sempre disputando títulos. Então temos que estar juntos agora para reunir forças”, analisou.
Para a partida, o técnico atleticano poderá contar com o reforço do meia Marcos Guilherme, que estava com a seleção olímpica. Já o atacante Cléo foi vetado pelo departamento médico. Cryzan e Gustavo Marmentini não viajaram com o grupo, dando lugar entre os convocados para Caíque e Rafinha.