Pressão ou necessidade? Algumas horas após a derrota do Atlético Paranaense para o Operário, pelo Campeonato Paranaense 2015, o técnico Claudinei Oliveira, que havia levantado apenas uma dúvida para escalar o time que enfrenta o Maringá – Marcos Guilherme no lugar de Edigar Junio - neste sábado, na Arena da Baixada, agora mudou o discurso e pode aprofundar as mexidas, reorganizando taticamente o Furacão.
"Penso em, talvez, trocar algumas peças. Temos algumas opções e temos que ver o que é melhor para este jogo", afirmou o treinador que, no entanto, ponderou sobre mudanças mais radicais, mas sem revelar o time. "Não dá para chegar aqui, fazer grandes alterações táticas e alguma coisa que você nunca treinou. Às vezes, só ao mudar um ou dois atletas ou as características dos jogadores, muda a forma de jogar", completou.
O principal objetivo no momento é reencontrar o caminho das vitórias, ou melhor, no caso da equipe principal achar o caminho, já que são três jogos oficiais e apenas um ponto somado. O comandante rubro-negro acredita que é possível mostrar evolução e começar a deixar a má fase de lado. "Temos que buscar alternativas. É o que temos que fazer: melhorar e vencer. Vamos trabalhar para isso. Esperamos que façamos um bom jogo amanhã e que as coisas aconteçam mais favoravelmente", completou.
Apesar da confiança, Claudinei sabe que o clima na Arena será de tensão, o que não ajuda em nada na necessidade de vencer nesta reta final. A solução é aguentar a pressão e somar os três pontos. "Os dois próximos jogos na Arena são duas decisões. O jogo de amanhã temos que ganhar. É um adversário que está na nossa frente na classificação", concluiu.
