Athletico-PR faz segundo treino sob o comando de Cuca de olho no jogo de volta das quartas do Paranaense

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Foto: José Tramontin/athletico.com.br

O Athletico-PR deu sequência à preparação para o jogo de volta das quartas de final do Campeonato Paranaense. Nesta quarta-feira, no CAT Caju, o elenco do Furacão fez o segundo treino sob os olhares do técnico Cuca, anunciado pelo clube na última segunda-feira. O treinador substituiu Juan Carlos Osorio, que foi demitido após a derrota para o Londrina no duelo de ida.

Os jogadores iniciaram os trabalhos no gramado do centro de treinamento a partir das 10 horas (de Brasília), com foco no treinamento técnico e tático. Uma das atividades organizadas dividiu o grupo em três times diferentes, para que os atletas trabalhassem objetivos específicos na movimentação.

Agora, o Furacão terá mais três dias de treino para corrigir erros e ajustar detalhes antes do confronto diante do Londrina. Nesta quinta-feira, os trabalhos também serão realizados no período da manhã, mas na Ligga Arena, palco do confronto de volta. Já na sexta-feira e no sábado, os ensaios voltam a acontecer no CAT Caju.

Athletico-PR e Londrina duelam neste domingo, a partir das 18h30 (de Brasília), na Ligga Arena. O Furacão terá que buscar o resultado se quiser avançar às semifinais do Campeonato Paranaense. Isso porque, no jogo de ida, foi superado por 1 a 0, com o único gol do confronto marcado por Henrique Rafael.

Com isso, o Athletico-PR precisa vencer por dois ou mais gols de diferença caso queira passar para a próxima fase ainda no tempo normal. Um triunfo por um gol de diferença leva a definição do semifinalista para os pênaltis, enquanto o Londrina possui a vantagem do empate.

A partida diante do Londrina será a primeira do técnico Cuca à beira do gramado desde a conturbada saída do Corinthians, que aconteceu em abril do ano passado. O treinador comandou o clube paulista apenas duas vezes e deixou o cargo devido à forte pressão externa que enfrentou por conta de uma condenação de ato sexual com menor. Já no começo deste ano, o Tribunal Regional de Berna-Mitteland, na Suíça, atendeu a orientação do Ministério Público e anulou a condenação do comandante.

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