Givanildo reclama de arbitragem e cobra regularidade ao América-MG

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O técnico Givanildo Oliveira avalia que o empate seria um resultado mais justo na partida contra o Náutico, na Arena Pernambuco. Para o treinador, depois de um primeiro tempo oscilante, o time americano se ajustou, chegou ao empate, criou chances parar virar o marcador, mas sofreu com a interferência da arbitragem, que teria prejudicado o Coelho.

“Perdemos um jogo que, pelo menos, era para sair com o empate, pela situação do jogo, pelo pênalti que ele marcou e o que não foi marcado no Mancini. Estamos dentro ainda, com 10 pontos. Vínhamos com uma sequência de três vitórias, mas temos que ter regularidade agora para conseguir subir novamente”, disse.

Givanildo avalia que a equipe, mais uma vez, alternou bons e maus momentos em campo. Ele não gostou do primeiro tempo da equipe e revela que havia alertado para o sistema de jogo adversário, que acabou prevalecendo na etapa inicial. No segundo tempo, porém, com as orientações de vestiário, Givanildo entende que o time se reorganizou e foi melhor.

“O América-MG ficou devendo no primeiro tempo. Encontramos uma armação do Náutico que eu havia mostrado para eles na preleção. O Náutico tinha três volantes, e dois saíam. Eles ganharam o meio-campo. Conseguimos consertar no intervalo, mudamos nosso posicionamento e tomamos conta do jogo. Infelizmente o juiz deu aquele pênalti e depois não teve critério para marcar no Mancini, que foi empurrado por trás”, lamentou.

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