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Notícias

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Egito denuncia árbitro à Fifa após derrota para a Argentina na Copa do Mundo

A Federação Egípcia de Futebol formalizou uma queixa junto à Fifa contra o árbitro francês François Letexier após a derrota por 3 a 2 para a Argentina nas oitavas de final da Copa do Mundo. Os egípcios contestam decisões da arbitragem, incluindo a anulação de um gol e um possível pênalti não marcado, e pedem que a equipe francesa não volte a atuar no torneio.
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Em meio à polêmica, Fifa escala quinteto argentino para apitar França e Marrocos na Copa

A Fifa definiu uma equipe de arbitragem totalmente argentina para comandar o duelo entre França e Marrocos pelas quartas de final da Copa do Mundo. A escolha de Facundo Tello e seus compatriotas ganhou repercussão por acontecer em meio à rivalidade recente entre franceses e argentinos e após as críticas dos egípcios ao árbitro francês François Letexier na vitória da Argentina sobre o Egito.
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Fifa apura possível episódio de racismo envolvendo influenciador em jogo da Copa

A Fifa abriu uma investigação para apurar um possível caso de racismo envolvendo o influenciador IShowSpeed durante a partida entre Argentina e Cabo Verde, pela fase de 16 avos da Copa do Mundo de 2026. A entidade afirmou que condena qualquer forma de discriminação e reforçou que atitudes racistas não têm espaço no futebol, enquanto apura os fatos ocorridos no Estádio de Miami.
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Parlamento Europeu quer investigar Infantino após suspensão de cartão vermelho na Copa

A suspensão do cartão vermelho de Folarin Balogun pela Fifa gerou forte repercussão internacional e levou eurodeputados a pressionarem por uma investigação sobre uma possível influência da administração de Donald Trump na decisão. O caso colocou o presidente da Fifa, Gianni Infantino, no centro das críticas, enquanto a UEFA classificou a medida como sem precedentes. Apesar da polêmica, a entidade também saiu em defesa do árbitro brasileiro Raphael Claus após comentários do presidente norte-americano.
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Infantino condena declarações racistas contra Kylian Mbappé

O presidente da Fifa, Gianni Infantino, saiu em defesa de Kylian Mbappé após os ataques racistas da senadora paraguaia Celeste Amarilla. O dirigente condenou as declarações de forma contundente, reiterou o compromisso da entidade no combate ao racismo e afirmou que o futebol deve permanecer como um ambiente seguro e inclusivo para todos.
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Premiê britânico interveio para impedir mudança de horário de México x Inglaterra

O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, admitiu ter atuado junto à Federação Inglesa para impedir que a Fifa antecipasse o horário do jogo entre Inglaterra e México pelas oitavas de final da Copa do Mundo. A preocupação era que uma mudança favorecesse os mexicanos, já mais acostumados à altitude da Cidade do México, onde fica o Estádio Azteca. A Fifa manteve o horário originalmente previsto, embora a partida tenha sido adiada em uma hora devido ao mau tempo. Em campo, a Inglaterra venceu o México por 3 a 2 e avançou às quartas de final. A declaração de Starmer surge após Donald Trump confirmar que telefonou para o presidente da Fifa, Gianni Infantino, em defesa do atacante americano Folarin Balogun. A suspensão do jogador foi posteriormente revertida pela comissão disciplinar da entidade, decisão que gerou forte repercussão e críticas sobre possíveis influências externas no Mundial.
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Infantino afirma ter dito a Trump que órgãos da Fifa são "independentes"

Gianni Infantino revelou que recebeu uma ligação de Donald Trump para discutir o cartão vermelho de Folarin Balogun, atacante dos Estados Unidos, mas afirmou que os órgãos disciplinares da Fifa atuam de forma independente e que o caso foi tratado pelos responsáveis competentes. Balogun havia sido expulso por uma entrada dura contra o bósnio Tarik Muharemovic, mas teve sua suspensão automática transformada em uma punição condicional de um jogo, com período probatório de um ano, o que o liberou para enfrentar a Bélgica. A decisão gerou críticas, e a Fifa não explicou os motivos da mudança. Infantino afirmou que nem sempre concorda com as decisões do Comitê Disciplinar, mas que respeita sua autonomia, destacando que a independência dos órgãos judiciais da Fifa é fundamental para a credibilidade do futebol. Atualmente, o Comitê Disciplinar é presidido por Mohammad Al Kamali, dos Emirados Árabes Unidos.
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Revogação da suspensão de Balogun gera indignação e preocupação na Europa

A decisão da Fifa de revogar a suspensão do atacante Folarin Balogun, após intervenção do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, gerou forte repercussão internacional. Uefa, dirigentes esportivos e autoridades políticas de diversos países criticaram a medida, apontando riscos à autonomia do esporte, à credibilidade das competições e à imparcialidade das decisões da entidade.
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Federação Belga acusa FIFA de impedir recurso sobre caso Balogun

A Federação Belga de Futebol (RBFA) voltou a criticar a FIFA pela condução do caso envolvendo o atacante Folarin Balogun, da seleção dos Estados Unidos. A entidade alega não ter recebido acesso à decisão que suspendeu a punição automática do jogador e acusa a federação internacional de dificultar qualquer tentativa de recurso. Diante da falta de esclarecimentos, a Bélgica anunciou que contestará a elegibilidade do atleta para a partida entre as seleções.
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Trump confirma que pediu à Fifa para revisar cartão vermelho de Balogun

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou que entrou em contato com o presidente da Fifa, Gianni Infantino, para solicitar uma revisão do cartão vermelho recebido por Folarin Balogun na vitória americana sobre a Bósnia e Herzegovina. Segundo Trump, a expulsão foi injusta e a atuação da arbitragem foi "muito questionável". Após a revisão da Comissão Disciplinar da Fifa, a punição do atacante foi suspensa de forma condicional, permitindo que o artilheiro da seleção dos Estados Unidos ficasse à disposição para a partida contra a Bélgica nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026.