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COI suspende restrições contra atletas bielorrussos

O COI suspendeu as restrições aos atletas da Bielorrússia, permitindo sua participação plena em competições internacionais, enquanto manteve limitações aos russos, que seguem competindo apenas como neutros. A medida abre caminho para o retorno oficial bielorrusso aos Jogos Olímpicos de 2028.
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Banco JPMorgan Chase é o novo patrocinador do COI

O banco americano **JPMorgan Chase** passou a integrar o programa internacional de patrocínio do **Comitê Olímpico Internacional (COI)** até 2030, tornando-se o primeiro patrocinador bancário global da história dos Jogos Olímpicos. O acordo vale para os Jogos de **Los Angeles 2028** e os **Jogos de Inverno de 2030**, nos Alpes franceses, embora o valor não tenha sido divulgado. Como parceira na área de gestão de ativos, banco comercial e de investimento, a JPMorgan promete apoiar os atletas, especialmente com iniciativas de **educação financeira**. O patrocínio faz parte do programa **TOP**, criado em 1985, uma das principais fontes de receita do COI, que reúne grandes multinacionais com direitos exclusivos de marketing. O acordo ocorre após o COI perder cinco patrocinadores importantes em 2024, apesar de novas parcerias e renovações recentes. A nova presidente do COI, **Kirsty Coventry**, criou um grupo de trabalho para revisar as estratégias comerciais e de marketing da entidade.
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Teste do gene SRY é 'simplista' demais, admite cientista que o descobriu

O COI anunciou que voltará a adotar testes de gênero nos Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028, utilizando a detecção do gene SRY para definir a elegibilidade em provas femininas. A medida, que impede a participação de mulheres transgênero, gerou críticas de especialistas, incluindo o cientista que descobriu o gene, que apontam limitações científicas do critério adotado.
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França considera teste de feminilidade do COI um "retrocesso"

A França manifestou forte preocupação com a decisão do COI de restabelecer os testes genéticos de verificação de sexo a partir dos Jogos de 2028, classificando a medida como um retrocesso. A ministra do Esporte, Marina Ferrari, criticou os impactos éticos e legais da decisão, que pode excluir atletas transgênero e intersexo das competições femininas.
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COI reintroduz testes genéticos de feminilidade para Jogos Olímpicos de 2028

O COI anunciou que atletas só poderão disputar provas femininas nos Jogos Olímpicos de Los Angeles-2028 mediante testes cromossômicos. A regra exclui atletas transgênero e parte das intersexo, não é retroativa e será aplicada sob responsabilidade das federações esportivas.
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COI não vê irregularidade na proximidade de Infantino com Trump

O Comitê Olímpico Internacional (COI) declarou, neste sábado, que A Fifa cumpre seu "papel" no apoio à reconstrução de Gaza.
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Uniforme do Brasil em Milão-Cortina 2026 é doado ao Museu Olímpico do COI

Uniforme icônico do Brasil em Milão-Cortina 2026 é doado ao Museu Olímpico do COI. Peças que viralizaram nas redes sociais agora eternizam o espírito brasi
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CAS rejeita recurso do ucraniano Heraskevych contra desclassificação dos Jogos de Inverno

A Corte Arbitral do Esporte (CAS) rejeitou o recurso do ucraniano Vladislav Heraskevych, mantendo sua desclassificação das provas de skeleton dos Jogos de Inverno de Milão-Cortina. O atleta insistiu em usar um capacete com imagens de esportistas ucranianos mortos na guerra, contrariando as diretrizes do COI sobre manifestações políticas em áreas de competição. Apesar de reconhecer o caráter humanitário da homenagem, o CAS afirmou que a decisão segue as normas olímpicas que buscam preservar a imparcialidade e o foco esportivo.
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Atleta ucraniano é desclassificado dos Jogos Olímpicos após polêmica em capacete

O atleta ucraniano Vladislav Heraskevych foi desclassificado das provas de skeleton dos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026 após se recusar a cumprir as diretrizes do COI sobre expressão política. Ele pretendia competir com um capacete que homenageava atletas ucranianos mortos na guerra contra a Rússia. O Comitê Olímpico Internacional considerou que o equipamento não estava de acordo com o regulamento e retirou sua credencial, decisão que gerou críticas do governo da Ucrânia.
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Porta-bandeira da Ucrânia insiste em usar capacete com fotos de vítimas da guerra

O ucraniano Vladyslav Heraskevych, porta-bandeira nos Jogos de Inverno de Milão-Cortina, anunciou que usará um capacete com fotos de atletas mortos no conflito com a Rússia, mesmo após o COI proibi-lo e oferecer como alternativa o uso de uma braçadeira preta. O atleta criticou a falta de uniformidade nas decisões do Comitê, destacando que outros competidores exibiram símbolos sem punição. O COI justificou a proibição com base no artigo 50 da Carta Olímpica, que veda manifestações políticas, mas reforçou que Heraskevych pode se expressar livremente fora da competição.