Pat e Augustinho escrevem história para o Brasil no snowboard em Milão-Cortina 2026

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Foto: Rafael Bello/COB

O Brasil fez história nos Jogos Olímpicos de Inverno Milão-Cortina 2026 com a estreia no snowboard halfpipe. Pat Burgener e Augustinho Teixeira alcançaram marcas inéditas para o país na modalidade, competindo nas qualificatórias em Livigno.

Melhores colocações individuais e sul-americanas

Pat Burgener garantiu a 14ª posição, estabelecendo a melhor colocação de um brasileiro na história do snowboard halfpipe em Jogos Olímpicos de Inverno. Augustinho Teixeira, por sua vez, finalizou em 19º lugar. Com esses resultados, a dupla obteve o melhor desempenho masculino do Brasil em Olimpíadas de Inverno, superando o 20º lugar conquistado pelo bobsled em Pequim 2022.

Além disso, os atletas brasileiros se destacaram como os melhores sul-americanos no snowboard masculino nos Jogos, ultrapassando o desempenho do argentino Mariano López, que obteve o 21º lugar no slalom gigante em Nagano 1998.

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Repercussão e sentimentos dos atletas

Apesar da frustração por não avançar à final, Pat Burgener celebrou a conquista de um marco importante para o esporte nacional. "Foi incrível representar o Brasil nos Jogos Olímpicos. Quero agradecer a todas as pessoas que torceram porque a energia foi demais", declarou o atleta.

"Estou um pouco triste com o resultado. Queria fazer essa final, talvez chegar numa medalha. Mas foi difícil, o halfpipe foi de nível foi muito alto", completou, dedicando sua participação à família e aos torcedores

Augustinho Teixeira, com 23 anos, demonstrou satisfação ao concluir sua participação em seus primeiros Jogos Olímpicos. "É uma honra total (representar o Brasil nos Jogos Olímpicos) e dá vontade de fazer melhor, de melhorar, de trabalhar mais para poder trazer o melhor resultado nas próximas Olimpíadas", afirmou o jovem atleta.

Ele também agradeceu o apoio recebido e projetou um futuro promissor. "Muito obrigado a todo mundo que acreditou e torceu por mim. Espero que tenham desfrutado do show e da próxima vez vai ser melhor ainda", disse Augustinho, que, assim como Pat, contou com o apoio familiar nas arquibancadas.

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