Os feitos de Rebeca Andrade nas Olimpíadas de Paris ficarão eternizados. Um dos collants utilizados pela ginasta nas apresentações que ocorrem na França foi doado por ela e ficará exposto no Museu Olímpico.
O collant doado por Rebeca foi o amarelo, usado por ela na conquista da prata na final do individual geral. A peça irá ficar ao lado de outros itens raros e históricos que fizeram parte de conquistas e momentos icônicos dos Jogos.
O Museu Olímpico, localizado na cidade de Lausanne, na Suíça, exibe mais de mil peças que representam os atletas e estão abertas para visitação. Agora, ele irá expor o collante de Rebeca na final do invidual geral de ginástica artística, onde ela ganhou medalha de prata.
O lindíssimo e bafônico collant amarelo que a Rebeca usou na conquista da prata no Individual Geral em #Paris2024 virou peça de museu. 🤸♀️🥈
📷: Zacharie Ezzerrar pic.twitter.com/DwdegVJdb9
— Jogos Olímpicos (@JogosOlimpicos) August 8, 2024
Esta não foi a única vez que a brasileira subiu ao pódio em Paris. Ela também recebeu a prata na final do salto e ouro no solo, desbancando a norte-americana Simone Biles.
Além disso, Rebeca ganhou uma medalha inédita para o Brasil. Ao lado de Jade Barbosa, Flávia Saraiva, Júlia Soares e Lorrane Oliveira, ela foi bronze por equipes de ginástica. Em Tóquio 2020, ela já havia ganhado prata no individual geral e ouro no salto.
Ela, portanto, tornou-se a maior medalhista olímpica do Brasil em toda a história, deixando para trás os velejadores Robert Scheidt e Torben Grael, com cinco. Rebeca já era a atleta mulher mais condecorada do país nos Jogos.