Novato na categoria, Viñales admite que compatriota Márquez é inspiração

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Aos 20 anos, o espanhol Maverick Viñales vive seus primeiros momentos como piloto titular da Suzuki. Campeão da Moto 3 em 2013, o novato agora se vê no desafio de disputar o título na categoria principal das motos. Compatriota de Marc Márquez, atual bicampeão da MotoGP e apenas dois anos mais velho, o estreante admite que o piloto espanhol lhe serve como grande inspiração.

Depois de passar pela categoria europeia das 125cc em 2010, e pela Moto 3 e Moto 2 nos anos subsequentes, categorias de acesso a MotoGP, Viñales – que tem o primeiro nome inspirado no filme “Top Gun”, de Tony Scott – falou à imprensa após os primeiros treinos livres para o Mundial de MotoGP, no circuito de Losail, no Catar, nesta quinta.

“Claro, ele (Márquez) inspira a todos. Mas no final você tem que trabalhar bem, ter as ferramentas certas e dar tudo de si. Se toda a equipe se esforçar, podemos ir longe”, disse o garoto, que ainda falou sobre a cobrança por resultados. “A exigência vai depender de como a moto vai funcionar e como vamos evoluir dentro das pistas”, prosseguiu em entrevista ao El País.

Campeão na Moto 3 em 2013, Viñales usa Márquez como inspiração para estrear no Mundial da MotoGP 2015

Campeão na Moto 3 em 2013, Viñales usa Márquez como inspiração para estrear no Mundial da MotoGP 2015 - Credito: Divulgação

Fruto da mesma escola de corredores que lapidou o bicampeão Marc Márquez, Maverick Viñales tenta se esquivar das cobranças e, em seu primeiro ano na categoria, quer ganhar experiência. “Meu objetivo esse ano é aprender muito para ano que vem fazer um bom resultado. No final, o que acaba contando é a técnica”, disse o espanhol, que comentou suas primeiras impressões sobre a moto da montadora japonesa.

“É uma moto que está tendo muita evolução com relação ao chassis, me faz me sentir muito cômodo e muito confiante, mas com relação ao motor ainda estamos pecando um pouco. A aceleração não vai mal, mas o que falta é mais velocidade, principalmente entre a quarta e sexta marcha”, avaliou o novato, que tentou comparar a MotoGP a Moto 2. “Ano passado eu precisava dar oito voltas para fazer uma rápida. Aqui na MotoGP, se você não faz a primeira rápida, você está fora”, acrescentou.

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