Na prova de abertura da Stock Car, Nicolas Prost e Bruno Senna reeditaram a rivalidade iniciada por Alain e Ayrton na Fórmula 1. Em parceria com Júlio Campos, o francês levou a melhor e terminou em 11º, enquanto o brasileiro e Antônio Pizzonia ficaram no 24º posto. Satisfeito, o europeu manifestou o desejo de voltar.
“Eu gostaria muito”, resumiu o filho de Alain Prost ao falar sobre a possibilidade de participar da edição de 2016 da prova de duplas. “Claro que me falta um pouco de ritmo de corrida, porque tudo ainda é muito novo. Com a estratégia correta, acho que poderíamos ter terminado no sexto lugar”, acrescentou.
As chuvas constantes na capital goiana dificultaram a adaptação de Nicolas Prost. O francês não conhecia o traçado do Autódromo Internacional Ayrton Senna e tampouco o carro com mais 1.325kg. Uma falha nos boxes complicou ainda mais a situação do piloto.
"Pena que erramos no pit stop, porque saímos depois de vários pilotos que entraram atrás da gente. Depois, procurei economizar os pneus para ver se no final seria mais fácil. Não fui tão agressivo, porque vi que alguns pilotos estavam arriscando um pouquinho demais, embora eu tenha feito uma ultrapassagem legal na chicane e outras com o push to pass”, disse.
O francês Nicolas Prost, filho do Alain Prost, tetracampeão mundial na Fórmula 1, quer voltar à Stock Car - Credito: Miguel Costa Jr./MF2
Já o brasileiro Bruno Senna, sobrinho de Ayrton, tricampeão mundial e arquirrival de Alain Prost na Fórmula 1, participou da prova de abertura da Stock Car em parceria com Antonio Pizzonia. A dupla sofreu com defeitos mecânicos e terminou no 24º posto.
"Foi decepcionante, porque chegamos a andar em oitavo lugar mesmo com problemas no motor. Infelizmente, por meio segundo no reabastecimento, deixamos de colocar um litro de combustível e sofri uma punição. De qualquer forma, o carro estava falhando e seria um milagre terminar entre os 10. Mas corrida é assim mesmo”, disse Bruno.