Há exatos dez anos, no dia 17 de julho de 2025, morria o piloto francês da Fórmula 1, Jules Bianchi. O automobilista sofreu uma batida violenta contra um trator enquanto pilotava sua Marussia, no GP do Japão, em 2014. Após nove meses hospitalizado em coma induzido, o jovem não resistiu.
Uma década depois, a morte de Bianchi é a última a ter acontecido na Fórmula 1. Desde seu falecimento, a categoria melhorou demais no quesito segurança, principalmente com a implantação do halo, diminuindo as fatalidades e possíveis acidentes no esporte.
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Medidas tomadas
A primeira mudança notória foi a introdução do safety car virtual, que obriga os pilotos a desacelerem mesmo sem a presença do carro de segurança na pista. Nessa situação, os pilotos são obrigados a seguir um delta de velocidade.
Além disso, outro elemento importante foi implementado nos carros de Fórmula 1 a partir de 2018: o halo. É uma estrutura que fica à frente do cockpit do piloto, o protegendo de impactados na cabeça.
Foto: Andrej Isakovic / AFP
Até aqui, o halo já foi responsável por salvar vidas em várias ocasiões. Alguns pilotos eram críticos da peça, mas após verificarem sua efetividade, se renderam. Grandes nomes como Charles Leclerc, Lewis Hamilton e Guanyu Zhou, por exemplo, já protagonizaram incidentes nos quais foram resguardados pela peça.
Por fim, nas últimas temporada, a Fórmula 1 também tem apresentado um número maior de bandeiras vermelhas em relação ao período da batida de Bianchi. Com ela, as sessões são paralisadas até mesmo quando não ocorrem grandes batidas na pista. Geralmente, basta que alguns detritos estejam espalhados em pontos do circuito para que a direção de prova opte pela medida de segurança.