Verstappen motivado enquanto a Red Bull se prepara para mudanças na F1

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Foto por MARK THOMPSON / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / GETTY IMAGES VIA AFP

O tetracampeão mundial Max Verstappen afirmou que está ansioso para se adaptar ao novo carro da Red Bull para a temporada 2026 da Fórmula 1, marcada por mudanças profundas.

A equipe apresentou a pintura de seus novos carros diante de algumas centenas de convidados na Michigan Central Station, em Detroit, faltando menos de dois meses para a abertura da temporada em Melbourne, no dia 7 de março.

As novas regras para 2026 trazem mudanças aerodinâmicas para deixar os carros mais leves e menores, além de ajustes no conjunto de motor, ampliando a participação da energia elétrica nas unidades híbridas.

“Há muitas incógnitas, mudanças grandes no motor, no carro”, disse Max Verstappen. “Inicialmente, vou precisar de um tempo para me adaptar nos dias de teste. A motivação está muito alta.”

“Sempre leva um tempo para se acostumar às coisas”, acrescentou. “É preciso entender onde encontrar mais desempenho e se sentir confortável no carro. Com o novo motor também, isso vai exigir um pouco de tempo.”

A Red Bull, que antes utilizava motores Honda, deu um grande passo em 2023 ao decidir desenvolver seu próprio motor para 2026 em parceria com a gigante Ford, que retorna à Fórmula 1 após 22 anos fora da categoria.

A sequência de quatro títulos mundiais consecutivos de Max Verstappen terminou em 2025, quando Lando Norris, da McLaren, conquistou o campeonato. Mesmo com um carro inferior, o holandês conseguiu reagir a uma grande desvantagem na classificação e brigar pelo título, somando oito vitórias — mais do que Lando Norris ou seu companheiro Oscar Piastri.

Red Bull aposta em Hadjar e prevê adaptação

Neste ano, Max Verstappen terá como companheiro o francês Isack Hadjar, promovido ao segundo assento da equipe após uma ótima temporada de estreia pela Racing Bulls.

Isack Hadjar também participou do evento de apresentação nesta quinta-feira, assim como o chefe da Red Bull, Laurent Mekies, que afirmou que as mudanças amplas no regulamento e o novo motor representarão uma curva de aprendizado intensa.

“Seria simplesmente ingênuo da nossa parte achar que poderíamos construir nosso motor do zero... e ser mais competitivos desde o começo do que quem faz isso há 95 anos”, disse Laurent Mekies.

*com conteúdo da AFP

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