Por Maria Clara Castro
Realizada na tarde deste sábado (12), a Sprint foi uma prova bastante em que a Mercedes saiu como o grande destaque, após ter seus dois pilotos finalizando nas primeira e terceira posições. Carlos Sainz, da Ferrari, ficou com o segundo lugar, porém, por conta de uma punição devido à sexta troca de motor, largará da sétima posição. A Mercedes, portanto, é a dona da primeira fila do grid de largada do Grande Prêmio de São Paulo.
Este é um resultado significativo para a equipe com sede em Brackley, na Inglaterra, afinal a temporada atual da F1 não tem sido das mais fáceis. No início do ano, o carro nas pistas não correspondeu às expectativas criadas a partir do projeto, proporcionando um desafio aos pilotos da Mercedes, no que se refere ao desenvolvimento do Mercedes W13.
Agora, na penúltima etapa do calendário, é possível observar uma evolução. Antes o carro não se colocava em posições competitivas, ao passo que nas últimas provas ocupou o top-5, além de se tornar mais ameaçadora à Ferrari.
“Foi incrível. Eu não esperava ter tanto ritmo, mas acho que isso demonstra todo o trabalho duro e desenvolvimento que nós, como equipe, fizemos.. Estas três últimas corridas desde Austin, o carro tem desempenhado realmente bem. Obviamente, é difícil saber como o Max [Verstappen] teria se colocado se estivesse de pneu macio, mas mesmo assim, estar aqui é uma ótima sensação", analisou Russell.
E o heptacampeão de F1 concorda com seu companheiro de equipe.
“Este é um ótimo resultado para a Mercedes. Fizemos um trabalho incrível em equipe, todo mundo trabalhou pesado durante o ano. Nós esperávamos estar em uma das primeiras filas de um GP? Queríamos, mas sabíamos que seria difícil, então não poderia estar mais orgulhoso do nosso trabalho”, afirmou Hamilton.
O Grande Prêmio de São Paulo será disputado neste domingo (13), com a largada às 15h, no Autódromo de Interlagos, na capital paulista.